O nome Sérgio Cursino é um dos mais conhecidos no meio do rádio e da televisão, em especial pela sua voz marcante, mas ele também é lembrado pela capacidade de se reinventar no mercado em que atua e conseguir manter um público mais antigo e ainda cativar os novos fãs.

Ex-âncora do ‘Rede TV News’, Cursino também foi locutor do ‘Fantástico’ na TV Globo e passou por várias emissoras de rádio, entre elas a Capital, Record e Globo. O comunicador foi o primeiro locutor oficial da HBO no Brasil, mas apesar de colecionar trabalhos importantes, manteve a humildade e a autenticidade buscando ensinar quem está começando.

Em entrevista ao ‘Podcast da AM3 Conteúdo’, ele destacou que precisou se reinventar para sobreviver em um mercado selvagem com uma concorrência difícil e muitas vezes, desleal. “Para se reinventar, é preciso entender e explorar suas possibilidades”, disse Sérgio Cursino durante a conversa. Segundo ele, é preciso potencializar o melhor de cada profissional, porque focar naquilo que não se faz bem, é pura perda de tempo. “A concorrência é muito grande”, alerta.

A reinvenção no rádio e na TV

Uma das provas de que Sérgio Cursino soube se reinventar, é sua passagem pelo rádio.

Sempre atuando como voz padrão, locutor comercial ou de ‘cabine’, como se diz no meio, de repente se viu comunicador, seguindo a linha de outros profissionais como Paulo Lopes, Kaká Siqueira e Paulo Barboza, por exemplo.

Na entrevista à AM3 Conteúdo, ele detalha esse momento em que precisou ‘se fazer comunicador’ em uma fase de reinvenção profissional. Depois, saiu de um programa popular de jornalismo como o ‘Balanço Geral Vale’ na Record TV e migrou para um formato totalmente diferente quando foi ancorar o ‘Rede TV News’.

Agora, ele é um dos nomes mais queridos e seguidos nas redes sociais com as mensagens de amor e motivação que interpreta em áudio e vídeo. “Reinvenção é a palavra”, destaca Sérgio Cursino.

Sair da zona de conforto

Outro fator que fez a diferença na longevidade da Carreira do comunicador foi sempre deixar a zona de conforto. Ele lembrou na entrevista, que poderia ter se acomodado porque começou na TV Globo do Rio de Janeiro, a empresa onde todos os profissionais gostariam de começar e se aposentar, mas preferiu viver outras experiências no meio.

“Na Globo, aprendi com o grande Francisco Panessa, que não deveria me limitar a ser apenas uma voz”, lembra ele, destacando que precisaria melhorar sempre, buscar dar o melhor de si no Trabalho.

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