A greve dos caminhoneiros parece não ter fim. Mesmo após o anuncio, o que se percebe é uma indefinição quanto à realidade dessa informação, pois mesmo após se noticiar que os caminhoneiros voltariam às atividades, não há indícios de normalidade em todas as operações, sendo que o combustível, apenas, aparenta estar voltando aos postos de gasolina, porém com a ajuda da polícia que está fazendo a escolta para garantir o trajeto das refinarias até as bombas de combustível.

A falta de alimentos perecíveis

Basta ir aos mercados e perceber que os setores de hortifruti estão praticamente vazios. Encontrar bananas, maçãs e outras frutas que geralmente estão à disposição em abundância é raridade, as hortaliças simplesmente desapareceram e não existe previsão de chegada para os mesmos. O que restaram foram apenas aquelas frutas renegadas nas prateleiras, e ainda assim comercializadas com valores bem inflacionados.

Negociação do governo com os caminhoneiros

Como citado anteriormente, mesmo com o anúncio do Governo de que cumpriria todas as exigências feitas pelo movimento dos caminhoneiros [VIDEO], não há uma definição de que a greve realmente acabou, e outras variáveis começam a surgir, como, por exemplo, se existem outros movimentos infiltrados fazendo com que essa situação se postergue e com o objetivo de conseguir poder de negociação para outras pautas.

Crise no setor energético, greve dos petroleiros?

A União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) informou a respeito de uma paralisação em todo o setor, afetando cerca de 150 usinas e os 14 mil fornecedores de cana do Estado de São Paulo em função do não abastecimento de diesel para o funcionamento e operação da indústria. Já em relação à greve dos petroleiros, existe um movimento para a paralisação da categoria amanhã (30), porém, a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Petrobras tentam uma liminar que foi apresentada ao TST (Tribunal Superior do Trabalho), com o objetivo de evitar a greve no setor petroleiro.

Mais setores podem ser afetados?

A situação que apresenta uma melhora gradativa no setor de transporte rodoviário pode ter sido apenas o início de uma série de manifestações que ganharam força em paralelo. Entretanto, é preciso saber filtrar as informações, pois muitas delas são apenas boatos ou fake news espalhadas, principalmente, através de mídias sociais que confundem ainda mais a população brasileira.

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