Em dezembro de 1980, o mundo testemunhou a morte de um grande gênio e pensador ímpar, que ajudava as grandes massas a pensarem e a se libertarem do sistema manipulador mundial, que escraviza e ainda continua oprimindo a humanidade. O controle macabro, maligno, injusto, sórdido e covarde está enraizado e sob o controle de uma minoria aristocrata inescrupulosa.

Um mito calado pela famigerada teoria da conspiração ou tudo neste contexto tem uma lógica intrigante a ser investigada depois de mais de 37 anos?

Percebe-se que ainda há um abissal mistério sobre este fatídico fato histórico, como as investidas do FBI sobre o “subversivo” John Lennon, cuja autoridade e carisma alcançados pelas canções críticas e libertadoras de mentes davam a ele uma classificação exponencialmente perigosa em relação à sociedade Matrix.

O governo mundial sutilmente continua engrenando suas metas cabulosas nos bastidores dos poderes públicos e privados, que controlam fortemente as sociedades da terra.

Era neste ponto que o ex-Beatle atacava através de sua arte e influenciava politicamente milhares de pessoas ao redor do mundo neste propósito.

As escuridões do portão de entrada do Dakota Building guardam um contexto maquiavélico, onde o assassinato de John Lennon sela para sempre uma geração e seus valores, que, com o advento dos anos a partir de 1980, passariam por uma degeneração íngreme sem volta, muito mais intensa do que as sofridas desde os anos iniciados a partir de 1960 até ali.

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Assim como Gandhi, Luther King e tantos outros, anônimos ou não, que tinham um discurso “power to the people” à la Lennon antes e depois de Cristo, todos acabaram sendo mártires do sistema mundial que governa e limita o mundo através do capitalismo, do socialismo, dos dogmas religiosos, das guerras, das drogas, do pão e circo que está nas novelas, campeonatos de futebol, carnavais, vaidades, bens, títulos, dinheiro e todo tipo de deleites que agradam o ego humano.

Hoje o mundo está na iminência de uma Terceira Guerra Mundial de proporções inimagináveis. Temos a internet, que nos alimenta com coisas úteis, inúteis, vanguardistas, profanas, sagradas e todo tipo de sonho que a mente possa imaginar e desejar para o aqui e agora.

Enfim, temos uma caixa de Pandora digital, acessível em qualquer lugar deste plano material e ninguém está a salvo. É como poetizou Lennon e os Beatles em “All We Need is Love”: “Não se pode salvar aquilo que não pode ser salvo.”

Estaria John reconhecendo que o homem não pode salvar a si mesmo e nem o seu semelhante?

Que mistérios abissais há nesta poesia: Uma profunda Verdade ou delírios pós-deleites de ‘’Lucy in the Sky with Diamonds’’?

John está morto e o sonho dele acabou, assim como o de muitas gerações e das que virão num futuro próximo ou inimaginável, até que o relógio deste mundo, cujos ponteiros são o Sol e a Lua, pare para anunciar grandes mistérios, que John, em sua polêmica canção “God”, revela quando colocamos o antônimo em uma polêmica frase desta Música e a modificamos de “eu não acredito em Jesus” para “eu acredito em Jesus”.

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