Você saberia responder, assim de imediato, qual é a palavra mais pronunciada pelo ser humano ao longo da vida? Não? Pois bem, então vou lhe dizer! A palavra mais pronunciada pelo ser humano ao longo da vida é a palavra mãe, seguida das palavras Amor, Deus, dinheiro, felicidade, família, saúde, sucesso, sexo e trabalho. Sim, essas são as 10 palavras mais pronunciadas pelo ser humano ao longo da vida.

O que achou dessa lista? Concorda com ela?

Sem dúvida, a palavra “mãe” é a primeira que o ser humano pronúncia e geralmente também a última. Sem exagero, quando uma pessoa cai doente ou em momentos muito difíceis da vida, ela clama por sua mãe. É uma reação natural do ser humano. Toda pessoa clama pelo colo, carinho e cuidados de sua mãe. Responda para você mesmo à seguinte reflexão: quem foi a sua melhor enfermeira?

O seu melhor médico? Certamente você vai responder que foi sua mãe! Portanto, não existe doutor melhor no mundo do que as nossas mães!

Sim, nenhuma é humana. Toda mãe é divina. São anjos de Deus aqui na terra. Para quem é cristão, o amor de mãe antecipa o paraíso. Toda mãe carrega consigo algo de divino. Certamente quem vivência o amor materno, seja como mãe ou como filho, sente-se mais feliz, seguro e realizado.

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Contra toda essa forma de comercialização, de propaganda que o capitalismo faz sobre o Dia das Mães, o amor de mãe é gratuito. Não cobra nada! Geralmente o que elas mais gostam de ganhar nesse dia é o carinho dos seus filhos!

Tudo isso significa que o ser humano é um ser carente, necessita do outro para sobreviver. Nenhum ser humano é autossuficiente, e ele precisa especialmente de seus pais para viver em sociedade.

Sem os nossos pais não somos nada! O que somos, como somos e o que seremos, tem muito haver com a educação que recebemos de nossos pais. No entanto, em muitas famílias brasileiras, apenas a mãe é a responsável por esse papel. Um pai pode abandonar seu filho, mas uma mãe jamais abandona um filho. Ame sua mãe, cuide dela, abrace todos os dias como se fosse o último dia de sua vida. Não deixe para depois.

Amanhã pode ser muito tarde!

Algum estudioso do comportamento humano já disse que é a vida em família que nos torna humanos propriamente ditos. Outros ainda, que é a vida em sociedade que nos diferencia dos outros animais. Seja como for, todos nós possuímos uma mãe. Mesmo aqueles que são filhos de chocadeira, claro! Somente os psicopatas, estupradores, os assassinos, a exemplo de Suzane Von Richthofen, não têm mãe.

Ou pelos menos não terão, aqui na Terra, um abraço de mãe, um carinho, um cheiro, uma benção.

Por tudo isso, considera-se o coração humano como símbolo e sede dos sentimentos mais estranhos (e sinceros?), que determinam nossas melhores ou piores disposições. Assim, benevolência, ternura, solicitude e compaixão são, entre outros, predicados comumente associados ao bom coração. Tais sentimentos, louváveis quando nascidos do íntimo de qualquer pessoa, tornam-se ainda mais dignos de admiração ao expressarem o amor materno por um filho.

“Tem um coração de mãe” é o dito que se houve amiúde quando se quer significar a grande generosidade de alguém. Pois o coração de mãe é aquele que não conhece barreiras, em suas manifestações de carinho, de dedicação e amparo para com o seu filho. E tudo isso eu posso dizer que senti, vivenciei no colo e nos brações de minha mãezinha querida, dona Raimunda Mateias de Lemos, chamada carinhosamente por todos como “Dona Didi”. A você mamãe, a minha eterna gratidão. Mesmo de longe, e por meio desse artigo, receba a minha homenagem. Amo-te hoje, amanhã e sempre! Feliz dia das mães!

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