Neste 11 de junho de 2018, o mundo inteiro parou para ver o encontro épico e histórico entre Donald Trump e Kim Jong Un em Singapura. A Coreia do Norte sob a liderança de um ditador belicoso e os Estados Unidos na liderança do insólito e magnata capitalista Donald Trump, protagonizaram o início de um possível e saudável acordo de paz não só entre eles, mas para as nações asiáticas adjacentes e também para toda a sociedade terrestre.

O ponto culminante do encontro fora o inefável aperto de mãos entre os dois líderes, que estava sendo transmitido ao vivo para os quatro cantos da terra. Após os cumprimentos e demais deferência em olhares, palavras e tapinhas nos ombros, ambos se dirigiram para uma sala reservada para discutir assuntos delicados de caráter político, econômico e certamente o mais emergencial de todos, que é o legado bélico nuclear que corresponde a Coreia do Norte.

Antes de ficarem a sós, os dois governantes deram uma significativa atenção a imprensa mundial com declarações enxutas sobre a primeira impressão que tiveram de cada um, e até o momento ambas tiveram uma repercussão abissalmente positiva em todas as nações. A conversa entre os dois ícones mundiais durou cerca de 40 minutos, contudo é notório para qualquer mente consciente e vanguardista, que esta realidade é apenas a ponta de um profundo iceberg extremamente cadencioso para se concluir.

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Política Opinião

A Coreia do Norte é um país que vive sob uma forte dinastia ditatorial vibrante e fortemente opressora desde o século XX. Ressalta-se também o trágico e horrendo conflito desta nação com a sua irmã Coréia do Sul no período desolador e corrosivo da Guerra Fria criando entre os dois países um legado amargoso de rivalidade tacanha que perdura até hoje, contudo amenizado recentemente depois de um imagine de rutilância pela paz entre Kim Jong Um e Moon Jae In.

O mundo vive sob a tensão de uma terrível e iminente Terceira Guerra Mundial e quando são lembrados os antigos e recentes conflitos no Oriente Médio protagonizados pela Líbano, Síria, Israel, Egito, Líbia, Afeganistão, mesclados aos da Chechênia, Irã, Iraque e tantos outros; percebe-se uma grave evolução na estrutura bélica nuclear do tempo presente cujo arsenal tem como opção estarrecedora bombas de hidrogênio como é o caso da Coréia do Norte, um país marcado pela ditadura e seus contextos napoleônicos.

Ressalta-se que a Rússia, os Estados Unidos, a Coreia do Norte, Israel, Inglaterra, França, China e outras nações, guardam em seus bastidores de poder arsenais nucleares tecnológicos capazes de dizimar mais da metade da população mundial. O mundo parece não entender o que está por trás das guerras e de suas gangrenosas consequências como fome, doenças, desolação, violências variadas juntamente com as mais inimagináveis maldades capazes de emanar de lideranças possessas por essências estupefatas.

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