O papel dos pais é fundamental na educação das crianças, adolescentes e jovens. Nenhuma instituição social substitui a importância dos pais, portanto, da família na formação do caráter e personalidade das crianças. No entanto,o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que 37,3% do lares brasileiros são chefiados por mulheres.

Por outro lado, estudos apontam que o ser humano adora repetir padrões.

Ou seja, por inúmeras razões, crianças que são violentadas sexualmente tendem a ser tornar abusadoras quando adultas. Mulheres que têm filho cedo, suas filhas também terão filhos cedo. Quem sofre bullying torna-se um agressor no futuro. Nesse sentido, como serão as pessoas que não têm família? Que padrão elas repetirão?

O Positivismo é uma corrente filosófica que se opõe ao Determinismo, isto é, para o Possibilismo "o ser humano é aquilo que ele deseja ser".

Portanto, o Possibilismo é a alternativa viável para quem não tem uma “educação certinha”, “uma família padrão”. No entanto, o papel dos pais, o acompanhamento da família etc., é fundamental para mudar esse cenário. Geralmente a criança que sente que é amada, valorizada e respeitada por seus pais torna-se um adulto feliz e realizado.

E o que é família? Deixando de lado as novas definições de família, especialmente das ciências humanas e sociais, pode-se dizer que família é a união de um homem e uma mulher que vivem sobre o mesmo teto, em harmonia, Amor, respeito, com fins de procriação, realização material, emocional formando uma família.

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Com isso não estou fazendo um julgamento de valor, ou seja, se este tipo de família é melhor do que as novas configurações de família. Não! Não é isso! O que estou tentando dizer é que, não importa o tipo de família, o importante é viver em família.

A vida em família passa necessariamente por uma mãe. Não existe família sem mãe. E o que significa ser mãe? Ser mãe significa ser uma pessoa disposta a viver pelo outro, a se sacrificar para ver a realização dos filhos.

Atualmente muitas mulheres até querem ter filhos, mas não querem ser mães. Ser mãe significa renúncia, sacrifício, cuidado com o outro. Se a mulher quer mesmo ter a experiência de ser mãe, a primeira renúncia que ela deve fazer é a renúncia do seu próprio corpo. Ela deve despir-se das próprias vaidades, do egoísmo, do cuidado excessivo do corpo, principalmente com os seios.

Estudos apontam que o maior medo da mulher brasileira em ser mãe é com os seios.

Na década de 70 era com o parto. E o que isso significa? Que ter filhos não significa que a mulher vai se anular, acabar. Pelo contrário, depois que a mulher tem filhos ela se torna mais atraente, sedutora.

A ciência evoluiu bastante nesse campo. No entanto, os fatores econômicos e sociais contam muito. Mulheres pobres, com baixa escolaridade e em condições de vulnerabilidade social tendem a ter mais filhos, e consequentemente sofrerem de baixa estima.

Enfim, a família é essencial na educação das crianças, e os jovens de hoje enxergam nos pais os adultos que serão.

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