A Copa do Mundo 2018 realizada na Rússia foi quase inquestionável e quem já estava sentindo saudades de viver esse momento não precisa esperar tanto tempo. Em 2019 será realizada a Copa do Mundo feminina, a 7ª até então e, por essa razão, criam-se expectativas interessante para o público presente.

Por ironia do destino, será realizada na França e nos moldes cada vez mais interessantes, ela ajudará a formar novas craques e dar visibilidade ao torneio que ainda é visto como alternativa ‘menos viável’, seja no padrão de jogo, seja no estilo proporcionado em seu coletivo.

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Campeãs do torneio como Estados Unidos e Canadá mais uma vez entram como favoritas, enquanto o Brasil corre por fora, principalmente após a renovação do elenco que ainda busca um padrão que seja compatível às melhores seleções do mundo do gênero.

Sem espaço

Apesar da sua evolução, o Brasil ainda está longe do ideal para poder cobrir e remunerar de forma adequada perante a um esporte que busca melhores condições, como também conquistar o mesmo espaço que o futebol masculino conquistou ao longo dos anos.

Nos mesmos moldes que a Copa do Mundo do futebol masculino, o evento feminino terá um mês em disputas interessantes, com data prevista para começar dia 7 de junho e para terminar dia 7 de julho.

Diante a discriminação e a falta de visibilidade a esse torneio, por entidades que deveriam valorizar o esporte, o Brasil tenta de todas as formas se ‘reinventar’, enquanto outras seleções estão um degrau acima como Alemanha, a anfitriã França, Japão, Estados Unidos e Canadá que tem apoio maior e valoriza suas atletas em prol de suas nacionalidades.

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Premiação

A premiação ainda está longe de ser uma das melhores, se comparada nos moldes masculinos (US$ 2 milhões contra US$ 35 milhões). Apesar da forte resistência, o futebol feminino vem evoluindo ano após ano e tem tudo para atingir moldes como a recém liga criada nos Estados Unidos MLS (Major League Soccer), conquistando apaixonados por esse esporte tão imprevisível como é o futebol e como consequência pode ajudar o próprio país (Estados Unidos) a montar um time considerado forte para a Copa de 2026 (que terá 3 países-sede Estados Unidos, Canadá e México).

A busca por respostas pela falta de investimentos para o futebol feminino está longe de ser solucionada, mas é um alento para que futuras gerações possam presenciar mídias capazes de dar a mesma emoção nos gols que fazem em grandes campeonatos predominantemente masculinos.

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