A eleição 2018 já está chegando e com ela vem a responsabilidade de cada um dos brasileiros de escolher um novo governante para o país.

Esse artigo não é para influenciar o voto no candidato A ou candidato B, e sim para que as pessoas conheçam melhor cada uma das suas opções.

Os escândalos de corrupção não param de surgir no Brasil. A economia está estagnada há mais de um ano, a saúde não funciona, bem como a educação e a segurança.

As pessoas vivem a reclamar sobre a situação atual do país, mas na hora das Eleições, muitos acabam não votando ou votando em branco ou nulo.

Nenhuma eleição foi tão concorrida e conturbada como a de 2018. Daqui a pouco menos de um mês será escolhido o novo Presidente da República, e ele governará por quatro anos, por isso a escolha deve ser consciente. Lembrando que esse artigo não é para induzir os eleitores a votar em nenhum candidato específico, por isso não será informado o índice de rejeição de nenhum dos citados.

Então, conheça agora 3 dos 13 candidatos à Presidência do Brasil.

Fernando Haddad (PT)

Após o ex-presidente Lula ter sua candidatura barrada pelo TSE, o Partido dos Trabalhadores resolveu indicar seu candidato a vice-presidente, Fernando Haddad, para concorrer à presidência.

Lula, que está preso, irá cumprir 12 anos de prisão por corrupção e também lavagem de dinheiro.

O grande desafio de Fernando Haddad será em menos de um mês conseguir ganhar a confiança dos eleitores que votariam em Lula. Além de, claro, ter que defender o PT nos debates, quando as acusações de corrupção virem à tona.

Fernando Haddad tem em seu curriculum acadêmico formação em Direito, além de mestrado em Economia e doutorado em Filosofia. Também já trabalhou no Unibanco, como analista de investimentos.

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Eleições

Além disso, no ano de 2005 foi ministro da Educação.

No ano de 2012 venceu a disputa pela Prefeitura de São Paulo, mas já em 2016, quando o PT já estava sendo investigado por acusações de corrupção, Haddad perdeu a prefeitura para João Doria, do PSDB, que ganhou logo no primeiro turno.

Jair Bolsonaro (PSL)

O candidato Jair Bolsonaro não está mais fazendo campanha eleitoral nas ruas, ele foi esfaqueado durante um comício em Juiz de Fora, Minas Gerais.

Bolsonaro foi levado a Santa Casa e operado lá mesmo, depois, o candidato foi transferido para São Paulo, onde se encontra internado no Hospital Albert Einstein.

O dinheiro usado na campanha presidencial de Jair Bolsonaro também tem sido visto como um desafio. O candidato está arrecadando dinheiro em vaquinhas na Internet, para financiar a campanha presidencial. O TSE permite arrecadação de fundos de pessoas físicas, mas empresas não podem mais financiar campanhas eleitorais.

O PSL só tem direito a 9,2 milhões do fundo eleitoral. Isso pode parecer uma fortuna, mas não é nada comparado com os 185,8 milhões do PSDB.

Simpatizantes de Bolsonaro produzem espontaneamente conteúdo para ajudar na campanha do candidato.

Bolsonaro é militar da reserva e professor de educação física, já acumula sete mandatos por 5 partidos e é deputado federal desde o ano de 1991.

Geraldo Alckmin (PSDB)

Em dezembro de 2017, o candidato Geraldo Alckmin assumiu a presidência do PSDB, ele fez isso para acalmar os ânimos no partido, que se dividiu entre os que apoiam Michel Temer e os que não apoiam.

Alckmin também é ex-governador de São Paulo.

Além das disputas internas no partido, também existem as acusações contra Aécio Neves, e também contra o próprio Geraldo Alckmin.

Alckmin foi acusado de receber R$ 10 milhões da empreiteira Odebrecht, mas ele nega as acusações.

Alckmin é formado em medicina e também já foi prefeito de Pindamonhangaba, no interior de São Paulo.

Ele começou sua trajetória na política como vereador. Em 2001 assumiu o Governo de São Paulo após Mario Covas ficar incapacitado por problemas de saúde.

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