Nesta quinta (6), os nossos noticiários foram invadidos com a lamentável informação do ataque que sofreu o candidato a presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro. Nos últimos anos de eleição temos convivido com o bordão criado pela mídia que diz: "Festa da Democracia". Que tipo de festa é esta? Não dá para entender o que está acontecendo com este país. De tiros a ônibus de Lula a facada em Bolsonaro, onde iremos parar com esta "festa"?

Mais inacreditável do que ver um lunático politico tentar tirar a vida de um ser humano (sim, Jair Bolsonaro é um ser humano), é ver os comentários de milhares de outros lunáticos nos comentários das notícias, não somente aprovando o que este louco fez, mas dizendo que faria pior. Que tipo de sociedade formamos? Estamos tão preocupados com insignificâncias que não estamos percebendo que nossa sociedade se perdeu.

Perdeu-se em alguma curva de um passado onde radicalizávamos onde nada era permitido e os assim chamados líderes deste país ditava o que deveríamos falar, ouvir, assistir, fazer, etc.

Hoje, estamos vivendo o outro extremo. Todos se acham no direito de falar e fazer o que lhe dá na "telha". E quando falamos de política a coisa piora ainda mais. Candidatos despreparados, "sem noção" e que em seus discursos promovem ódio, preconceito e maldade.

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Jair Bolsonaro

E uma sociedade que responde devolvendo ódio, preconceito e maldade. Nesta "festa" não há lado inocente. Não adianta achar que este ou aquele é a vítima, porque não existe vítima aqui nesta democracia mentirosa que vivemos, talvez a única vítima seja a própria democracia.

O que fazer agora?

Nesta guerra, quer dizer "festa", cada um de nós pode ser o que ataca ou o que é atacado. Desde palavras que ofendem e destroem a moral das pessoas, até atitudes extremistas como a feita ao candidato Jair Bolsonaro, todos podem de alguma forma ser aquele que aperta o gatilho e mata o seu semelhante.

É hora de repensarmos esta democracia. É hora de todos nós pararmos e refletirmos qual tem sido nossa contribuição para que o nosso país chegasse onde chegou. Sejam políticos, sejam jornalistas das grandes e pequenas mídias, sejam eleitores com seus post nas redes sociais e comentários nas matérias das grandes mídias. Todos temos de parar e analisar o nosso papel para que a nossa jovem e frágil democracia tenha se tornado o que estamos vendo e vivendo neste momento.

Que façamos uma avaliação interior e juntos, mudando primeiro o nosso pensamento antes de querer mudar o do outro, transformemos o Brasil num país de Todos.

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