Um dos detalhes que acercam os demais candidatos à Presidência do Brasil é justamente uma posição sobre como e quando Bolsonaro poderá ser confrontado, pois, no momento não tem condições de debater propostas devido ao seu estado de saúde.

Vale lembrar que após o atentado a Jair Bolsonaro gera indefinições dos outros candidatos que queiram disputar ao menos o segundo turno com ele.

Marina Silva, Fernando Haddad, Ciro Gomes e Geraldo Alckmin disputam em passos largos quem poderá ir para o segundo turno com chances de vitória em cima de Jair Bolsonaro.

Outros nomes como Álvaro Dias, Cabo Daciolo, Guilherme Boulos e Henrique Meirelles correm por fora, afinal, possuem ideias ajustáveis a uma política liberal que poderia desencadear maiores prejuízos ao país.

Bolsonaro ganhou mídia a mais após o ocorrido

É notório que mesmo que o presidenciável não esteja nas ruas, é difícil de acreditar que ele não estará no segundo turno, mesmo sabendo que muitas pessoas não querem sua presença no maior comando do país.

Os indecisos fazem uma parte considerável na votação e por isso, o ocorrido poderá fazer com que Bolsonaro tenha uma leve vantagem sobre os demais candidatos. A palavra de ordem neste momento é “remar”, para conquistar os votos necessários para quem sabe tirar uma diferença considerável do atual líder das pesquisas eleitorais.

A recuperação lenta e gradual de Bolsonaro poderá fazer com que seus concorrentes diretos, conquistem espaços consideráveis necessários para a vitória nas urnas.

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Jair Bolsonaro Eleições

Ciro Gomes tem se apoiado a política do “tirar seu nome do SPC” e isso pode influenciar no resultado final das Eleições, sendo possível ir para o segundo turno sem maiores dificuldades.

Geraldo Alckmin se apoia no que fez para São Paulo, porém, tem uma corrente forte pelo seu nome nos demais estados brasileiros, o que inviabilizaria uma possível disputa de segundo turno, já que o prestígio adquirido ainda está do ideal.

Fernando Haddad tem um desafio imenso para conquistar a atenção do público, porém, Lula o “apadrinhou” de tal forma que vem forte nesta reta final de campanha para o primeiro turno, deixando indefinida a sua situação para os demais concorrentes.

A chave para o momento de Jair Bolsonaro pode não ser uma das mais notáveis e desejáveis para concorrer à Presidência, porém, tem tirado proveito da situação praticando maciçamente sua campanha nas redes sociais, ganhando adeptos de todo Brasil, o que diferencia dos demais candidatos.

As eleições 2018 se tornam uma das mais imprevisíveis, mas, independente do vencedor terá um longo caminho para reerguer o Brasil.

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