A racionalidade é o principal atributo diferenciador entre homens e outras espécies animais. A evolução do intelecto humano, permite que o mesmo possa manipular a natureza ao seu favor, criar tecnologias, dominar espécies e o um ponto importante, pensar sobre a existência. Ter consciência da vida e questionar o motivo das coisas, foi o pontapé que alavancou o desenvolvimento humano como ser singular e racional.

O conhecer na Grécia antiga

Desde o início do pensamento filosófico, o homem grego se preocupou em entender os fenômenos( a principio, naturais) e buscou atribuir um discurso de conhecimento baseado no Lógos( palavra que traduzida do grego significa Razão). Assim, é possível perceber um ponto inicial de partida para o conhecimento científico e filosófico que se tem atualmente.

O conhecimento contra o achismo

É possível perceber que em toda a caminhada filosófica, o achismo se contrapõe como uma grande problemática para o conhecimento e o desenvolvimento das atividades intelectivas, já que, o achismo nada mais é do que uma DOXA( do grego, Opinião) e não precisa de comprovação efetiva para se assumir como princípio verdadeiro.

A mera opinião foi um grande problema enfrentado por Sócrates, o velho filósofo, que buscava um conhecimento efetivo das coisas e refutava as falácias manipuladoras de grandes sofistas de sua época. Isto prova que a manipulação é possível quando não se estiver atento aos achismos e opiniões sem fundamentos, pois os sofistas arrebatavam os olhares e atenções das massas populacionais.

O conhecimento defendido por Platão

Em uma das formas de defender o conhecimento, Platão cita no livro VII de A Republica - Platão ( livro de sua autoria), a alegoria da caverna.

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Educação Opinião

Essa alegoria traz o pensamento da reprodução do que é mostrado. Este é um clássico exemplo de manipulação, cujo o intuito é dominar os homens através do aproveitamento da ignorância.

Ainda na alegoria, Platão exemplifica um prisioneiro que consegue fugir e ver de fato como as coisas são, assim, ele consegue de fato perceber que a visão que ele tinha, eram apenas sombras de coisas que não eram efetivamente reais.

Deste modo, é possível interpretar o conhecimento como uma perfeita obra da educação, capaz de libertar os homens de grandes prisões de ignorância e manipulação, tornando possível uma sociedade efetivamente sapiente não apenas empiricamente, mas na compreensão e na experiência de viver.

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