O recente atentado ao candidato à presidência e líder nas pesquisas, o deputado federal Jair Bolsonaro levanta uma questão: “ E quando o poder está na mira?”

É fácil lembrar dos atentados mais memoráveis, a história norte-americana, por exemplo, guarda casos célebres, o primeiro foi a morte de Abraham Lincoln que sofreu um ataque exatamente uma semana depois do final efetivo da Guerra Civil americana, em 14 de abril de 1865.

O então presidente estava no Teatro Ford, em Washington, quando John Wilkes Booth, partidário fervoroso dos sulistas, insatisfeito com o desfecho da guerra deu um tiro na altura da nuca de Lincoln que acabou falecendo um dia depois aos 56 anos.

O matador foi capturado dez dias depois ao ataque num depósito de tabaco, na Virgínia, e acabou morrendo em uma tentativa de resistir à prisão.

Mas, talvez o mais lembrado de todos os atentados seja o de John F. Kennedy que foi atingido por dois tiros enquanto circulava no automóvel presidencial junto de sua esposa Jacqueline no dia 22 de novembro de 1963 na Praça Dealey, em Dallas, Texas.

As investigações oficiais concluíram que o assassino fora Lee Harvey Oswald, um empregado do armazém Texas School Book Depository, que ficava na Praça Dealey, foi o assassino.

Os maiores atentados políticos no Brasil

Apesar desses casos serem os mais conhecidos, temos casos notórios aqui no Brasil. O mais antigo foi contra o deputado federal da UDN, Carlos Lacerda.

Na época, o político de oposição acusou Getúlio Vargas o então presidente de arquitetar sua morte.

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Ciência Política

Carlos Lacerda estaria chegando em casa, em Copacabana, acompanhado de dois militares, depois de realizar um comício, quando foram disparados tiros contra os três. O major Rubem Vaz foi atingido e morreu, e Lacerda foi acertado no pé.

Gregório Fortunato, chefe da guarda pessoal de Vargas, teria sido o mandante do crime.

O atentado da Rua Tonelero, como é chamado, causou um “rebuliço” político e é o fato é considerado a gota d’água que levou o presidente ao suicídio.

Outro caso que até hoje gera controvérsia até hoje se trata da morte trágica do ex-presidente Juscelino Kubitschek em um acidente de carro em 9 de agosto de 1976, muitos acusam os militares de serem os verdadeiros responsáveis pela morte afirmando que os freios do carro foram cortados.

O carro de Juscelino bateu de frente com uma carreta no km 165 da rodovia Dutra depois de ser atingido por trás por um ônibus, arrastado para o canteiro central e, finalmente, colidido com automóvel que vinha em direção oposta.

Recentemente a Comissão Nacional da Verdade apresentou um relatório confirmando ser um acidente a causa da morte do ex-presidente.

O ano de 2018 ficará marcado pelos atentados, primeiro dois ônibus que participavam da caravana pela defesa do ex-presidente Lula foram atingidos por três tiros no Paraná, mas ninguém ficou ferido. Outro caso de grande repercussão nacional foi a morte da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes.

Quanto ao presidenciável, o suspeito pelo crime Adélio Bispo foi preso em flagrante pelos próprios partidários que acompanhavam o político durante a campanha eleitoral.

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