A crise econômica brasileira intensifica-se a cada trimestre. Recentemente foi publicado que uma parcela da população foi classificada como desalentada, ou seja, mesmo estando desempregada este grupo desistiu de procurar emprego em função de não ver como se recolocar no mercado. Em contrapartida, o aumento da necessidade em se produzir mais com utilização de menos recursos tem sido motivada pela quarta revolução industrial, denominada Indústria 4.0.

Esta fase da indústria está caracterizada pelo grande aumento do nível tecnológico, uma vez que não só uma, mas sim a integração de diversos tipos de inovações integram este modelo de manufatura.

Podemos citar algumas: a já famosa internet das coisas (IoT), as já populares impressoras 3D (manufatura aditiva), computação em nuvem (cloud computing), inteligência artificial, big data e robótica avançada.

E qual o posicionamento do Brasil frente a essa tecnologia?

Um dos fatores que motiva o alto índice de desempregos em nosso país é a fraca capacitação da população. Com essa característica, a população terá muita dificuldade em ingressar ou manter-se nas indústrias no futuro, pois na indústria 4.0 a necessidade de elevado nível técnico dos funcionários é indiscutível. Por isso, a indústria brasileira criou um programa que possui como meta de em até 2027 ter uma grande expansão da indústria 4.0 no território nacional.

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Nos dias atuais, 76% das empresas possuem em seus processos tecnologias muito antigas, pertencentes as versões 1.0 ou 2.0.

Observando o percentual de indústrias que tem processos característicos da indústria 3.0, são apenas 22%. Com isso, restam apenas 2% das industrias que possuem contato com a quarta revolução industrial nos dias atuais. Versões antigas da indústria apresentam alto custo de produção e grandes desperdícios de tempo no desenvolvimento de novos produtos e processos mais eficientes.

Esta realidade faz com que o Brasil comece a ser mal visto quando comparado com países em desenvolvimento como China, Índia, Cingapura e outros que dedicam seus esforços a acompanharem a tendência global de inovação industrial.

Uma das atividades para alcançar a meta imposta pela própria indústria brasileira é promover uma grande divulgação dos meios preparatórios ao entendimento da quarta revolução industrial.

Com isso, acredita-se que seja gerada uma grande adesão da população aos treinamentos de capacitação, pois, sem este movimento, o Brasil será facilmente descartado frente ao interesse de investidores estrangeiros.

Temos altos impostos e um sistema muito moroso para questões jurídico-comerciais. Oferecer o desconhecimento total frente as tecnologias que possibilitam melhores níveis de produtividade e de lucratividade seria como esconder-se totalmente dos investidores.

Por isso o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços vem unido forças com diversas instituições de ensino e companhias de grande expressão para acelerar a implementação desta que será tecnologicamente uma grande revolução, mas também uma grande lacuna ao futuro da população brasileira.

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