Maniac, da Netflix, estreou no dia 21 de setembro no serviço de streaming. A série se passa em um período de tempo não determinado, que bem pode ser em 2018, ou pode também ser em um futuro não muito distante. Porém, curiosamente há claras menções à década de 1980 no que diz respeito à tecnologia que é vista na série.

A trama

Uma poderosa indústria farmacêutica testa uma nova droga que promete curar distúrbios mentais.

O médico responsável pelo estudo talvez seja tão problemático quanto os participantes do experimento, aliado a isto está também a presença de uma inteligência artificial instável emocionalmente.

É neste cenário que ocorre o encontro entre Annie, personagem de Emma Stone e Owen, que é interpretado por Jonah Hill. Annie é uma jovem que vem de uma família problemática e busca acertar contas com o passado e superar um trauma que envolve um acidente com sua irmã mais nova.

Owen por sua vez vem de uma família rica e poderosa, mas isto não é o suficiente para aplacar sua sensação de inadequação perante o mundo, além do fato de sofrer de esquizofrenia. Um acidente ocorrido no experimento científico faz com que os dois compartilhem diversas realidades.

O elenco conta com Jonah Hill, um dos maiores destaques de sua geração, sendo conhecido do grande público por sua participação em comédias de sucesso.

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A atriz Emma Stone, de 29 anos, também pode ser vista em diversas produções cinematográficas, mas foi sua participação em O Espectacular Homem-Aranha, de 2012, e na sequência de 2014 que ela ganhou reconhecimento mundial. O elenco ainda conta conta com Justin Theroux e as participações ilustres de Sally Field; Gabriel Byrne e Hank Azaria.

A série é uma criação de Patrick Somerville, produtor da série The Leftovers, e tem direção de Cary Fukunaga, que tem no currículo a direção da primeira temporada de True Detective e recentemente foi confirmado como o diretor do próximo 007.

A ótima interpretação dos protagonistas, o carisma do elenco de apoio, nomes de peso na produção e direção. Nada disto foi suficiente para tornar Maniac um produto bom. O que se vê é uma mistura mal acabada de ficção científica que lembra Black Mirror; esbarra de leve no clima kitsch de um Blade Runner e uma pitada de A Origem.

A estrutura narrativa é conduzida de forma confusa em que elementos bizarros são inseridos na trama de forma aleatória e não acrescentam em nada ao resultado final.

Para uma série de apenas 8 episódios é extremamente maçante chegar ao final desta produção.

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