Próxima sexta-feira, dia 23, realiza-se mais um Black Friday, evento anual que movimenta as mais diferentes áreas do comércio, das redes de fast food às empresas de tecnologia, e que atrai a atenção dos consumidores com promessas de descontos extraordinários. Embora muitos ainda apresentem certa relutância em usufruir dos possíveis benefícios em se comprar produtos na Black Friday –há quem fale de Black Fraude–, é realmente possível tirar proveito da data, desde que se lance mão de certos cuidados.

Em um primeiro momento, o consumidor pode pesquisar as empresas que apresentaram os maiores índices de reclamação nos últimos anos. Muitas delas, sem exclusão daquelas de renome, recebem queixas de propaganda enganosa, com diferença marcante entre os valores anunciados e os apresentados no momento da compra. É necessária muita cautela.

Cabe também destacar que um grande desconto não implica necessariamente uma boa compra.

O frete pode vir a exceder as expectativas. Além disso, outros sites podem oferecer preços melhores mesmo apresentando menores margens de desconto. Daí a importância da consulta de preços, algo que no ambiente virtual é extremamente fácil de se fazer. Fácil e indispensável.

Além das arapucas típicas do mercado, quem optar pelas compras on-line precisar ainda estar atento ao inserir suas informações pessoais e, principalmente, os dados do cartão de crédito.

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Negócios

Como há milhões de pessoas sedentas por ofertas, e dispostas a comprar mediante poucos cliques, a ameaça de violação de dados via ação de hackers aumenta.

Problemas da Black Friday que podem prejudicar o comprador

Um problema recorrente, e que pode de fato prejudicar o comprador, diz respeito aos fake sites. Oportunamente, há uma tendência maior de aparecimento de lojas on-line falsas que acabam ludibriando o consumidor por apresentar layout congênere ao de lojas famosas.

Sua principal isca consiste em oferecer produtos à preços extremamente baixos. Esses sites também costumam indicar que a mercadoria está no fim do estoque visando acelerar a decisão de compra. Por isso, antes de se deixar seguir às cegas adicionando itens e mais itens ao carrinho de compras, deve-se consultar se o endereço foi marcado corretamente, se não há alguma falha no design ou qualquer outro indício de fraude.

Muitas entidades de defesa do consumidor, como o Procon, disponibilizam listas frequentemente atualizadas de sites suspeitos.

Outras medidas simples, mas eficazes, envolvem o monitoramento dos preços antecipadamente, o uso de senha única por site e o autocontrole para não comprar por impulso. Por fim, é importante evitar clicar em e-mails com promoções sugestivas e manter o antivírus atualizado e ativo durante todo o período em que permanecer conectado.

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