Mike Pence (vice-presidente de Trump) estava em Cingapura para a reunião de cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático, e se encontrava respondendo a relatos de que a China poderia estar afrouxando as sanções contra a Coreia do Norte, o que seria um problema visto o esforço liderado pelos americanos de isolar economicamente o norte, desmantelando seu programa de armas.

A China, ainda neste ano de 2018, tinha sofrido sanções econômicas por parte de Trump quanto ao comércio de seus produtos.

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Apesar das comunicações que Trump vem tendo com o presidente chinês, Xi Jinping, a relação entre os dois países vem tendo um tom de competitividade, lembrando a antiga disputa dos EUA com a extinta URSS durante a Guerra Fria. A cooperação entre as duas nações tendo como alvo a Coreia de Norte não é certa, sobretudo porque a China vem dando razões para se acreditar que poderá atrapalhar os EUA nas negociações com Kim-Jong-Un (líder da Coreia do Norte).

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Mike Pence acrescentou que espera que Trump e Xi (apesar de toda a disputa entre as duas potências mundiais) discutam a questão da aplicação dessas sanções. Chegou, inclusive, a reiterar o papel único que a China pode desempenhar para garantir a desnuclearização da Península Coreana.

A questão do Norte e do Sul

Existindo todo o jogo de interesses envolvendo China e EUA, a Coreia do Sul não está fora dessa discussão acalorada.

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Governo

Moon, presidente do Sul, teceu considerações sobre o Norte. Pence disse que havia discutido as sanções das Nações Unidas com Moon e que ele garantiu que, à medida que as negociações intercoreanas ocorrerem, continuará havendo uma coordenação muito estreita com os Estados Unidos, e também que a Coreia do Sul continua sendo comprometida com a plena implementação de todas as resoluções e sanções da ONU.

A desconsideração do Norte

Ignorando o que foi acordado no encontro em Singapura com Trump, o presidente da Coreia do Norte já recomeçou seus testes balísticos. O Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS) em Washington publicou fotografias de satélite de uma base operacional de mísseis balísticos de curto alcance perto da zona desmilitarizada (DMZ) capaz de acomodar mísseis de médio alcance, ameaçando as forças dos EUA na região.

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O que irá se desenrolar dependerá das negociações dos EUA com a China, visto a enorme influência que o gigante asiático possui para com a Coreia do Norte.

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