Os departamentos de marketing das organizações do mercado contemporâneo se agitam. Todos procuram localizar no mercado algum guia que os oriente a como utilizar a inteligência competitiva. As atitudes devem estar apoiadas em princípios éticos (mas nem tanto, diriam aqueles que aceitam pecadilhos cometidos no percurso o que traz os grandes pecados na sequência). Ela será desenvolvida com o principal objetivo de angariar novos clientes, com mudanças nas formas de comercialização de serviços ou produtos. Os analistas de Big Data estão, na atualidade, galgados a uma posição de honra. Os clientes são colocados em posição bem diferente daquela onde os colocava Henri Ford.

Do alto de sua arrogância, este executivo considerava que o cliente pode ter um carro da cor que quiser: desde que seja preto. Agora a vontade e desejo do cliente são os donos da bola.

Como estão as coisas depois da mudança de nome?

Parece que o nome espionagem deixou de ser, com o declínio de James Bond, algo atrativo. Ele passou a representar atividades consideradas criminosas. Nada para mudar as coisas que adotar a novilíngua como proposta na obra literária de Orwell (1984). Mudar o nome, mas manter as mesmas ações. Assim se tornava o que era bom em coisa ruim e o que era ruim em coisa boa.

Agora o termo reveste-se de respeitabilidade. Alguém em uma mesa, chefia uma pequena equipe conectada. Os olhares se dirigem para as redes sociais, sites institucionais e buscam descobrir nas linhas ou nas entrelinhas, informações que possam ser armazenadas em grandes bancos de dados (armazém de dados).

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Após receber tratamento elas se tornam a base para que a organização supere o que é feito pela concorrência. Aqueles que ousam um pouco mais inovam e criam novas formas de fazer velhas coisas. Novos nichos de mercado surgem. As startups ganham destaque. Investidores querem ser tal qual Marc Zurkberger e começar a navegar em águas claras, em grandes iates, nos mares de um enriquecimento repentino. Nada de novo no reino da Dinamarca.

Como se implanta a IC no mercado?

O caminho já foi dado. Navegar é preciso. Um guia do que deve ser observado na rede é o ponto de partida. A infraestrutura tecnológica deve ser a última palavra em softwares e hardwares especialmente projetados para que as espiadas na rede tenham resultado positivo. Não há mais fronteiras.

Os especialistas em mercado, chamados líderes de inteligência devem estar ligados à organização. São colaboradores eventuais que recebem por informação. Regras de armazenamento e tabulação devem ser estudadas e definidas. Mapeamento do mercado é a primeira atividade e identifica um caminho de passeio diário para estes profissionais.

Monitorar a concorrência é o lema colocado em todas as campanhas. Há necessidade de um estabelecimento prévio de quais informações os analistas devem levantar e armazenar e sobre as formas como este grande volume de informação deve ser utilizado. Revistas, jornais, associações de classe, clientes, devem ser consultados (estes últimos podem dar informações valiosas sobre a concorrência, mas é preciso saber como abordar estas pessoas). A tecnologia da informação deve orientar a coleta, armazenamento, tratamento e utilização da informação. Assim, com todas estas medidas, a organização estará pronta a desenvolver de uma forma diferente atividades desenvolvidas desde que existe um mercado consumidor e concorrentes a algum serviço ou produto. #Trabalho