É para comemorar! O WhatsApp decidiu que não vai mais cobrar pelo serviço do app e liberou a ferramenta gratuitamente aos usuários do mundo inteiro. A decisão é para sempre. Até estedomingo (17), ofamoso mensageiro, acusado de reduzir o lucro de empresas de telefonia, cobrava uma tarifa anual de US$ 0,99 paracada usuário utilizar o aplicativo mais famoso do planeta. Antes da decisão, o app poderia ser acessado de graça durante um ano, mas após esse período era cobradoatarifa, que corresponde a R$ 4,00.

O comunicado foi feito pelo fundador do app, Jan Koum, durante uma conferência em Munique, na Alemanha. Segundo Jan, a estratégia é para que mais pessoas usem o mensageiro sem se esbarrar na cobrança anual, que se apresentava como um problema."Isso realmente não funciona muito bem", disse ele sobre a exigência da cobrança. "Nós apenas não queremos que as pessoas pensem que em algum ponto a sua comunicação com o mundo vai ser interrompida", completou.

Koum também rebateu questionamentos de como o WhatsApp, que passou a ser gratuito, vai se manter sem o pagamento dos usuários, ainda que até agorapraticamenteninguém tenha desembolsado um centavo para usá-lo.

O empresário afirmou que a ferramenta não terá anúncios publicitários."Naturalmente, as pessoas podem imaginar como vamos manter o WhatsApp funcionando sem a cobrança anual e se isso significa que adotaremos a exibição de anúncios de terceiros. A resposta é não",garantiu ele.

Além da gratuidade vitalícia, o WhatsApp vai trazer outras novidades em 2016. Segundo Koun, o serviço de mensagensserá usado para estreitar a comunicação entre esferas sociais, configurando facilidades para novos negócios.

Mas o fundador do aplicativo de comunicação mais usado no mundo descarta a implementação de apoios publicitários e também de spams no aplicativo.

O app já tem concorrentes de peso como o Viber, Telegram, Wechat, Line, Kik e ZapZap. Todos são gratuitos, embora não tenham atingido a popularidade do aplicativo que já alcançou a marca de 900 milhões de usuários no mundo, número registrado em setembro de 2015.

Só no Brasil, onde o app ficou bloqueado por 48 horas em dezembro,a marca de usuários chega aos38 milhões.

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