Em fase de construção, desde janeiro de 2014 na França, o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas deverá ser lançado entre dezembro deste ano e mais tardar em fevereiro do ano que vem. Pelo menos é este o desejo da presidenta Dilma Rousseff que visitou o canteiro de obras do centro de controle do satélite localizado no 6º Comando Aéreo Regional em Brasília, que pretende levar o sinal da internet de alta velocidade a locais onde não é possível a instalação dos cabos de fibra ótica.

Devido à escassez de técnica, por hora, este satélite está sendo confeccionado com tecnologia franco-brasileira. No entanto, Dilma garante que, em breve, novos projetos serãogenuinamente brasileiros e construídos pela empresa Visiona, numa cooperação entre a Telebras e Embratel.

Acompanhando a presidente, estava o ministro das Comunicações André Figueiredo nesta visita de inspeção às obras da antena de monitoramento deste satélite estacionário, que fez questão de explicar que o equipamento universalizará o acesso a web por meio da banda KA, que consiste em um novo programa Nacional de Banda Larga.

Segundo o ministro, o governo Dilma pretende beneficiar 70% dos municípios brasileiros com a fibra ótica até o final de 2018, os outros 30% receberão sinal via satélite.

Este projeto de satélite geoestacionário está programado para entrar em funcionamento no primeiro trimestre de 2017 e haverá um segundo ponto de monitoramento, além do 6º Comando Aéreo Regional em Brasília, que será montado um centro de operações no Rio de Janeiro.

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Mas o satélite cumprirá outras funções além do entretenimento através da internet. Auxiliará no controle de fronteiras pelas Forças Armadas, cobrindo todo o Território Nacional e irá monitorar parte oceânica do Atlântico de interesse do Brasil, que compreende a extensão do Haiti até a Antártica, segundo informou o comandante do Centro de Operações Espaciais, coronel Hélcio Vieira Júnior. Neste caso, será utilizada a banda X de uso exclusivo do Exército.

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