A economia brasileira passa por uma grave crise econômica que não tem poupado nem mesmo as grandes emissoras de Televisão. Exemplo disso é que na semana passada a Band divulgou oficialmente o fim do programa 'Agora é Tarde' comandado por Rafinha Bastos. Na Globo a situação não é diferente: a emissora anunciou que vai cortar gastos com programas a começar pelo 'Programa do Jô'. Jô Soares é um dos apresentadores mais queridos do Brasil, ao iniciar as gravações do talk show ele atribui os cortes do programa ao momento pelo qual a economia brasileira está passando.

Com a crise, o Grupo Globo que mantém o canal e tem outras empresas como Globo.com, Rádio Globo, Jornal Extra, Jornal O Globo e Globosat, divulgou que em 2014 os lucros recuaram em 6%. Esses dados foram divulgados por Ricardo Felntrin, do Portal UOL, no comparativo com o ano de 2013.

Mesmo com crise faturamento é alto

Em 2014 o faturamento total do Grupo Globo chegou em R$ 16,2 bilhões, porém a retirada da família Marinho foi se 'singelos' R$ 2, 35 bilhões. No comparativo com o ano retrasado, a família Marinho retirou menos, pois em 2013 foram poupados R$ 2,5 bilhões.

Se a Copa do Mundo não tivesse acontecido no Brasil, talvez o faturamento tivesse sido ainda menor.

Para se ter uma noção, as vendas de patrocínios para a Copa do Mundo rendeu um lucro de mais ou menos R$ 200 milhões. O lado preocupante é que no ano retrasado o faturamento foi maior, mesmo sem Copa do Mundo.

Segundo Ricardo Feltrin, a queda no lucro deve-se ao alto preço que a Globo paga por eventos esportivos como Copa do Brasil, Fórmula 1, Taça Libertadores da América e Brasileirão.

Faturamento maior que a concorrência

Comparado com a emissora do bispo Macedo, no ano passado o lucro da Globo foi oito vezes maior, mesmo tendo que investir mais.

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Em 2013 a Globo precisou gastar mais com os programas esportivos para não correr o risco de perdê-los para a Record, pois os clubes de futebol ameaçaram ir para a concorrência caso a emissora não pagasse mais pelas transmissões.

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