Ator conhecido pelo papel de Neco, em "Chiquititas" (SBT), o garoto Kaik Pereira, de 13 anos, acaba de ser contratado pela TV Record para a novela "Escrava Mãe". Paralelamente a essa boa notícia, o menino ganhou os holofotes por um motivo triste: ele foi alvo de uma grave agressão racial, recebida na rede social Instagram.

Não vale a pena reproduzir o texto postado pelo agressor. Basta dizer que por diversas vezes o garoto foi chamado de "macaco" e "preto imundo". A mãe do ator mirim ficou chocada com a agressividade do autor das mensagens e das ameaças que foram postadas.

Apesar de já estar acostumado a algumas brincadeiras feitas por colegas, todas elas de mau-gosto, a virulência desta mensagem perturbou o menino e seus familiares.

O estado psicológico da criança, como não poderia deixar de ser, ficou abalado. Não foram poucas as pessoas que prestaram solidariedade ao garoto e seus familiares. A principal colocação que se ouvia era que estas agressões deviam acabar. Elas depõem contra as redes sociais, que parecem não querer impedir que perfis agressivos continuem acessando a rede.

Mesmo após a denúncia o agressor continua a postar mensagens na rede, agora atingindo tanto a mãe quando o pai do garoto. O pai foi chamado de "macaco" e "otário". A mãe foi orientada a procurar um advogado e efetuar um boletim de ocorrência, com as provas em mãos. O culpado deve arcar com o peso de seu ato de barbárie.

Todos querem justiça e o caso deve ser levado adiante. Para efetivar o registro da queixa já existem alguns levantamentos efetuados com resultados positivos e que talvez permitam localizar quem é o autor desta agressão vazia e inútil.

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Ao que parec,e o agressor também é criança e tem a mesma idade de Kaik Pereira. Fabiana, a sua mãe revela que não sabe o que poderá acontecer e qual o nível de punição que o menor pode receber. O importante é que o caso seja levado adiante e não seja deixado. Kaik e os familiares não querem dinheiro como indenização, mas sim que o garoto e seus pais, paguem de alguma forma pelo estado depressivo que o garoto passou a apresentar depois desta ocorrência. No mínimo eles querem que o garoto pague com serviços comunitários, como forma de aprender a respeitar as minorias raciais.

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