O ator Elias Andreato faz incursões na área da direção, algo reservado para os atores que demonstram capacidade de liderança e sabem orientar os outros atores a darem o melhor de si próprios. Mas chegar lá não foi fácil.

Ele está com a peça língua em pedaços no CCBB - Centro Cultural Banco do Brasil. A peça tem texto do premiado dramaturgo espanhol Juan Mayorga. É uma peça de ficção onde ele dirige os atores Ana Cecília Costa e Marco Antônio Pâmio.

Sua atividade intensiva está demonstrada na direção concomitante de Juca de Oliveira, em Rei Lear e seu trabalho como ator na comédia Vanya e Sonia e Masha e Spyke.

Ambas as peças ocorreram em São Paulo.

O ator ainda arrumou um tempinho para conversar com Marília Gabriela onde ao tratar sobre sua carreira declarou: "Eu fiz Teatro amador e depois estreei no teatro profissional como camareiro e contra-regra de Antônio Fagundes". Esbanjando simpatia e demonstrando toda a segurança que ele tem hoje, ele afirma, o que muitos não acreditam, que foi muito difícil ele subir em um palco e se tornar ator.

O ator revela, em suas palavras uma insuspeitada humildade e, segundo Gabi, uma falta de autoestima, que torna ainda mais merecido seu sucesso no meio artístico, onde esta qualidade não é algo muito comum.

Para pessoas assim está reservado um lugar ao sol, que o ator e diretor ocupa nos dias atuais.

Apesar desta "timidez" ele apresenta uma segurança muito grande e serenidade com o momento atual. Ele relembra de seus "gurus" - Raul Cortez e Marília Peira", quem ele considera como os responsáveis pela sua paixão pelos palcos. O projeto que desenvolveu com as presidiárias do presídio feminino da capital, apenas engrandece a sua personalidade e onde ele exercitou a sua capacidade como diretor.

O ator se declara integralmente dedicado ao teatro e apresenta como uma das características marcantes a busca da humildade nos personagens dos quais assume a personalidade e os vive de forma intensa.

Vai ficar por fora de assuntos como este?
Clique no botão abaixo para se manter atualizado sobre as notícias que você não pode perder, assim que elas acontecem.
Curiosidades

Seus companheiros de trabalho e de jornada o tem como uma pessoa especial.

Na atualidade, sua amizade com Fauzi Arap trouxe para o ator a tristeza da morte do amigo, um dos poucos a privar da intimidade do ator. O artistaconsidera que na atualidade o teatro é a sua vida e ele sente-se bem assim. Ele recomenda que as pessoas não tenham pena dele, poie é assim que ele gosta de viver. Sem morbidez o ator fala muito na morte e relata as conversas que tinha com Fauzi.

Ele merece a admiração dos fãs e os votos que continue enriquecendo o teatro, seja atuando ou dirigindo novos atores.

Não perca a nossa página no Facebook!
Leia tudo