No último domingo (30) rolou o VMA 2015, que teve de tudo: reconciliação entre artistas brigados, anuncio de candidatura à presidência dos Estados Unidos, Miley Cyrus sendo a Miley Cyrus, confusão ao vivo e até Justin Bieber se emocionando após cumprir com sua missão de ressurgir das cinzas e mostrar que estava de volta melhor do que nunca.

Foi justamente o choro do loiro que fez Demi defender o rapaz. Tudo começou quando Demi foi ao programa Jimmy Kimmel Live para promover o seu mais novo álbum “Confident”. Além de cantar e exibir um corpo de dar inveja, Demi conversou sobre vários assuntos abordados pelo apresentador. Foi então que Jimmy falou do VMA e insinuou que o choro de Justin foi encenado para chamar a atenção das pessoas.

No mesmo instante, Demi disse não acreditar que seja encenação e que se Jimmy tivesse sido Justin Bieber por todos esses anos, ele também choraria. E acrescentou que se Jimmy tivesse sido Justin todo esse tempo ia querer comemorar a sua volta ao ver todos lhe aplaudindo de pé (inclusive aqueles que o criticavam e achavam que ele jamais conseguiria estar ali).

A resposta de Lovato tapou a boca do apresentador e de muito hater de plantão. Como todos sabem, Demi sofreu com bullying por muito tempo antes da fama e quase cometeu suicídio, por isso ela sabe bem o que é ser perseguida, maltratada e mal interpretada por estranhos pelo simples fato de existir. E não dava para esperar uma atitude diferente da queridinha da Música pop atual.

A musa teen foi elogiada pelos fãs pelas redes sociais. Além disso, sua música já uma das mais tocadas nas rádios de vários países.

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Para quem ama a Demi, vale ressaltar que ela deve passar pelo Brasil em outubro para realizar um evento privado patrocinado por uma famosa marca de refrigerantes. A visita foi confirmada pela Billboard há duas semanas.

No mês passado, também rolou alguns rumores de que ela e Selena Gomez poderiam vir, praticamente juntas, para o Brasil. A gravadora das moças disse não possuir nenhuma informação oficial sobre uma vinda dupla das cantoras ao Brasil, mas permanecem na torcida.