Não é novidade para ninguém que Ana Furtado é a substituta oficial de Fátima Bernardes nas manhãs da TV Globo, no "Encontro". O programa de auditório precisou escalar novamente a atriz para ficar na frente das câmeras. Na manhã de hoje, dia 2 de março, ela encarou se fantasiar da épica personagem do desenho animado 'Cavaleiros do Zodíaco', Saori Kido, conhecida na animação como deusa Athena. O desenho foi uma das primeiras animações japonesas a chegar no Brasil, por meio da antiga TV Manchete, comcorrente da Globo nos anos 1980 e 1990.

Ao lado de Ana Furtado, o apresentador do programa, Lair Rennó, fez cosplay de Lanterna Verde.

Os apresentadores tinham em mãos o tema "cosplay" e como vivem as pessoas que são pagas ou fazem por puro hobby. Essa foi a chance perfeita para que os figurinistas da Globo trabalhassem em roupas especiais para os artistas do programa.

O que é o cosplay

Esse tipo de prática tem origem na palavra de inglês "costume" (fantasia) e também "play" (cuja tradução livre pode ser 'interpretar ou 'brincar'). Quem gosta muito dessa prática são os fãs de mangás e animes (quadrinhos e animações de origem japonesa). É possível encontrar cosplayers (pessoas que fazem o cosplay) em convenções de filmes, seriados diversos e também feiras de cultura japonesa ou desenhos nascidos no país.

Athena ou Baby?

Muitos internautas aproveitaram a oportunidade para tirar sarro da cara da apresentadora.Alguns disseram pelo Twitter que ela estava vestida da cantora brasileira Baby Consuelo.

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"Nossa, com esse cabelinho tá igual à Baby kkkk", brincou João Pedro.

Bianca Reis, fã do desenho animado, protestou contra a tentativa de Ana Furtado parecer a deusa Athena da animação.

"Está ridícula. Essa Ana sempre querendo aparecer mais do que pode. Coitada. Globo, pare!", desabafou a adolescente.

Desrespeito

A prática do cosplay tem crescido exponencialmente no Brasil. De olho nisso, o programa 'Pânico na TV' da Band chegou a gravar uma reportagem na Comic Con, uma das maiores feiras de cultura japonesa e animação do Brasil. Contudo, o tiro saiu pela culatra. Os repórteres do canal assediaram uma jovem que estava pintada, chegando a lamber a tinta do braço dela. 

Os seguidores dessa cultura não gostaram nem um pouco e disseram que o programa foi desrespeitoso. Até mesmo a organização do evento, na época, emitiu uma nota repudiando a presença do 'Pânico' no evento.