O atentado contra uma boate LGBT em Orlando, EUA, continua repercutindo e gerando manifestações da classe artística sobre o tema. Ontem, durante o Firefly Music Festival – festival de música realizado em Dover, capital do estado de Delaware – o baixista e vocalista da banda Blink 182, Mark Hoppus, fez uma pausa no show da banda para pedir uma “bandeira de arco-íris” à plateia.

“Posso pedir essa bandeira de arco-íris para pô-la no palco, por favor?”, pediu Hoppus.

A bandeira caminhou pelos espectadores da apresentação até chegar ao líder da banda, que a colocou estendida sobre um dos amplificadores de som. O público presente aplaudiu e aumentou o som de seus gritos com o ato do músico.

O Firefly Music Festival teve início no dia 16 de junho e teve fim no último domingo (19).

Assista o vídeo:

DOMINGO SANGRENTO

Em 12 de junho, a boate Pulse, uma das casas noturnas mais emblemáticas da causa da comunidade LGBT em Orlado, foi invadida por Omar Saddiqui Mateen, 29 anos.

Saddiqui deixou 50 mortos e 53 feridos com armas que havia adquirido facilmente uma semana antes do atentado. Segundo o FBI, o atirador chegou a ligar ao serviço de emergência americano (911) e confirmado lealdade ao grupo terrorista Estado Islâmico.

O grupo terrorista reivindicou a autoria do ato, porém o pai do atirador afirmou que o atentado não possuía motivações religiosas. Saddiqui foi morto durante intensa troca de tiros com a polícia local.

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LGBT

No mesmo fim de semana, Christina Grimmie, cantora de 22 anos que ficou conhecida após terminar em terceiro lugar a sexta edição do reality show americano “The Voice”, foi morta a tiros enquanto atendia a fãs após um show, também na Flórida. O atirador, Kevin James Loibl, de 27 anos, se matou logo após atingir Christina.

DEBATE ACESO

Os atos criminosos reacenderam o debate sobre o porte de armas nos EUA em plena corrida presidencial americana.

Por meio de uma rede social, a democrata Hillary Clinton disse que “é preciso manter armas como as usadas no massacre fora do alcance dos terroristas e de criminosos”.

Já o republicano Donald Trump, que promete, se ele eleito, barrar a entrada de muçulmanos no país, publicou: “Agradeço os parabéns por eu estar certo sobre o terrorismo islâmico radical. Não quero parabéns, quero firmeza e vigilância.

Temos de ser inteligentes”.

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