Vai durar pouco a revolta de Piedade (Zezita Matos) com Luzia (Lucy Alves) na novela da Globo "Velho Chico". Ao mesmo tempo, o clima volta a esquentar entre Martim (Lee Taylor) e Afrânio (Antonio Fagundes).

O desaparecimento de Santo (Domingos Montagner), que é dado como morto no folhetim assinado por Benedito Ruy Barbosa e Bruno Luperi, acaba trazendo muito sofrimento para a família dos Anjos, especialmente para Olívia (Giullia Buscacio), que precisa lidar com o que sente por Miguel (Gabriel Leone) ao mesmo tempo em que é surpreendida pela dor motivada por conta da perda do pai.

Pressionada por Piedade, que se recorda das cartas de Tereza (Camila Pitanga) e questiona se Luzia realmente não sabia da existência do neto de Afrânio (Antonio Fagundes), a forrozeira decide abrir o jogo e conta que Olívia na verdade é fruto de um estupro que ela sofreu em um momento em que tentava seduzir Santo.

Portanto, ela usou a criança para se casar.

Depois, ela confessa para toda a família sobre as cartas, e que sabia de tudo. Piedade se enfurece, alegando que somente deu amor à nora, enquanto ela está causando muitas dores a sua família. A mulher fala a Bento que já passou da hora de Luzia deixar a fazenda.

Então, Luzia decide ir à igreja e se posiciona de joelhos ao lado de Piedade, argumentando que foi rezar pela sogra, Santo e para ser merecedora das coisas que Deus lhe deu. Piedade retruca que ela nunca deu valor às coisas que recebeu.

Luzia questiona se é tarde demais para dizer que a ama, que é agradecida por tudo que ela lhe fez. "Acho que nunca é tarde pra se amá nessa vida e muito menos pra desmonstrá esse amor", responde Piedade. Elas voltam às boas após Luzia prometer que vai mudar, segundo informações da coluna Telinha.

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Já Afrânio, coloca Martim contra a parede para saber por qual motivo o filho voltou para a fazenda, e ele avisa que foi para destruir o coronel que lhe roubou o pai. O Saruê lamenta o ódio que ele sente, e o fato do herdeiro não reconhecê-lo como o povo de Grotas. O fotógrafo responde que as pessoas têm medo dele, e não respeito.

Martim insiste em mostrar sua revolta ao afirmar que ele fez sua fortuna em cima do sofrimento alheio, e que, se não matou ninguém, mandou matar ou foi conivente. "A omissão também é um pecado", completa ele.