Nesta última segunda-feira (30), o apresentador José Luiz datena falou ao vivo sobre o motivo da sua decadência financeira enquanto comentava sobre o caso da prisão de Eike Batista. Datena foi enfático ao afirmar que sua falência se deve a Rede Record, do bispo Edir Macedo.

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Datena explicou que perdeu quase tudo o que conseguiu ganhar em anos de trabalho após sair da Rede Record. Ao vivo, o apresentador pronunciou: "Paguei com dignidade e perdi quase tudo o que ganhei na vida, mas mantive minha liberdade para falar o que queria".

Quando estava trabalhando na emissora evangélica em 2011, Datena não teria aguentado as mudanças e exigências da emissora. O apresentador reclamava muito sobre a falta de liberdade de expressão que ele tinha lá dentro, deixando-o sem poder falar o que realmente gostaria para o público.

Apresentador José Luiz Datena em seu programa televisivo
Apresentador José Luiz Datena em seu programa televisivo

Para conversar com seus superiores, Datena afirmou que havia uma grande "burocracia".

Quando Datena rompeu o contrato com a Record, o valor estimado de perda foi de R$ 20 milhões, o contrato rescindido era de cinco anos. Muitos apresentadores da Rede Record se tornaram ricos na emissora evangélica, entre eles, Rodrigo Faro, e Luiz Bacci.

Datena é conhecido como uma pessoa polêmica, ele comentou sobre seu caso de falência quando falava sobre o milionário Eike Batista.

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Caso Eike

Eike foi preso pela Polícia Federal em uma das fases da operação Lava Jato, chamada de operação Eficiência. Ele já alcançou o patamar de homem mais rico do Brasil. Foi acusado de participar de um esquema corrupto com o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, na qual teria repassado o valor de R$ 52 milhões em propina para Cabral.

Ao ser questionado por jornalistas, Eike foi enfático a dizer que irá responder à Justiça, pois esse é um dever dele como cidadão e havia dito que irá contar sobre como as coisas aconteceram, e se a Polícia falar que há erros de conduta, ele iria pagar.

Em 2016, Eike depôs para o Ministério Público Federal de Curitiba, o ex-ministro Guido Mantega foi envolvido no depoimento.

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