A produção do Big Brother Brasil tem mostrado que não está de brincadeira com os participantes. A mostra que isso é verdade é a prova de resistência que aconteceu na madrugada dessa sexta-feira (24). Para disputar a liderança, os brothers foram colocados dentro de uma “batedeira gigante” onde acontecia quase tudo.

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Hora eles recebiam jatos de água fria, horas eles eram mergulhados dentro de um caldeirão de água.

A regra do jogo era simples. Os participantes deveriam se manter sentados numa cadeira, o máximo de tempo possível, e não podiam encostar os pés no assento. O que conseguisse por mais tempo levava a liderança. Os primeiros eliminados foram Ieda, Daniel e Emilly. A aposentada foi eliminada nos primeiros minutos de prova, já os outros participantes aguentaram por mais tempo.

Crime aconteceu quando ele era mais jovem. (foto: reprodução TV Globo)
Crime aconteceu quando ele era mais jovem. (foto: reprodução TV Globo)

Os quatro últimos participantes estavam se mostrando bem resistente e assim tiveram bastante tempo para conversar. No entanto, um assunto chamou mais atenção dos telespectadores. Relembrando alguns momentos tristes do passado, Marcos revelou aos amigos que já havia sido sequestrado. A confissão chamou bastante a atenção dos brothers e eles quiseram saber mais detalhes.

Marcos conta que tinha 21 anos quando o fato aconteceu. Ele relata que estava saindo de um cursinho preparatório quando foi abordado por alguns homens e levado para um lugar isolado.

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O médico contou que ficou nove dias preso no cativeiro e presenciou tudo que os criminosos conversaram. Depois de muita negociação, a família não pagou o resgate e ele acabou sendo libertado em uma estrada deserta. O médico disse que a situação era difícil e que os sequestradores não tinham um plano, então, ele não sabia se ficaria vivo, ou não.

Ilmar perguntou como foi o desfecho da história. Marcos então contou que dois dos criminosos foram mortos em confronto com a polícia, um deles perdeu um rim e o outro conseguiu fugir.

Tentando deixar o clima da conversa mais leve, o médico contou que, mesmo estando sequestrado, a comida do cativeiro era ainda melhor do que a do grupo “Tá com tudo”.

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