Ir ao cinema costuma ser um ato bastante saudável e visto com bons olhos pelas mais variadas pessoas. No entanto, um casal americano acabou matando o próprio filho, após sair de uma sala voltada à sétima arte. O caso foi contado na coluna 'Pop e Arte' do portal de notícias R7, em reportagem publicada nesta quinta-feira, 13. O tal filme macabro, que agora vira manchete em todo o mundo, é 'Manchester à Beira-Mar'. O homem e a mulher, moradores do estado americano de Nova York, ao verem o filme, decidirem ter a ideia de tirar a vida do filho que eles cuidavam. O rapaz, de dezesseis anos, tinha deficiência. Mas o que tem no filme que fez o casal ter a atitude severa? O longa, que acabou sendo indicado ao Oscar de melhor filme, mostra um pai que é atormentado após um incêndio.

O incidente, infelizmente, foi causado pelo próprio homem.

Por isso, ele não consegue mais dormir, afinal, os três filhos pequenos dele morreram na tragédia provocada por ele. Fora da ficção, como mostra a reportagem do portal de notícias R7, Ernest e Heather Franklin também mataram o filho incendiado. No caso dele, não houve qualquer acidente, mas um crime evidente e que terminou em confissão. Eles decidiram arrumar um jeito de colocar fogo em tudo o que tinham. A residência ficou em chamas e o filho deles, que estava dentro do local, também. O menino especial não teve chance de sobreviver, já que não conseguiu sair da casa incendiada.

O homem e a mulher já passaram a serem suspeitos logo no início da investigação da polícia americana. Não demorou muito para que a perícia do caso identificasse que eles eram mesmo culpados de terem matado o menino deficiente.

O garoto, de nome Jeffey, mais tarde, descobriu-se, estava morto antes mesmo da casa pegar fogo. No seu corpo, não havia qualquer vestígio de fogo ou fumaça em sua boca. Segundo o R7, os investigadores concluíram que os pais do menino deficiente colocaram fogo na residência com um único objetivo, apagar qualquer evidência do ato que cometeram.

Em entrevista ao site The Wrap, o responsável pela defesa dos pais desnaturados informou que não havia mais ninguém na casa. Já o advogado de acusação garante que o homem e a mulher sequer tentaram entrar no imóvel para salvar o garoto, já que não tinham qualquer ferimento.

Ernest e Heather Franklin podem ficar vinte e cinco anos na cadeia. O caso ainda não foi julgado. Caso o casal queira ouvir a sentença em liberdade, terá que pagar quase um milhão de reais.