Considerado um dos religiosos católicos mais famosos e queridos do Brasil, o padre mineiro, Fábio de Melo, de 46 anos, enfrenta a fase mais complicada e delicada de sua vida.

Ele, que é conhecido por seu jeito moderno de se vestir e proceder, é hoje uma das figuras mais populares e clicadas das redes sociais. Ostentando um perfil no Instagram com quase seis milhões de seguidores, Fábio de Melo, que além de padre também é professor universitário, compartilha frequentemente momentos íntimos de sua vida pessoal, bem como parte de sua rotina social e profissional.

Mantendo contato direto com fãs de todo o mundo através da web, o religioso utilizou neste último dia 11 de agosto sua conta oficial no Instagram para informá-los que desde o início do mês de julho vem apresentando sintomas típicos da síndrome do pânico.

Relatando que há dois anos ele já foi diagnosticado com a doença, padre Fábio de Melo confessou ter notada que desta vez as crises de medo voltaram de forma mais intensa e devastadora.

Afirmando durante o desabafo na rede social que nunca antes havia chorado tanto, o sacerdote da igreja católica revelou ter permanecido trancado em sua casa por cerca de sete dias e que durante grande parte deste tempo sentiu inúmeros calafrios, bem como teve diversas sensações de morte.

Se mantendo afastado de tudo e todos, o religioso assustou seus fãs e seguidores ao relatar tudo o que havia passado nos últimos dias em silêncio.

Declarando ainda que estava medicado com remédios controlados prescritos por uma psiquiatra, o padre buscou confortar os fãs afirmando que assim que se sentisse melhor e mais disposto voltaria a falar sobre o assunto de forma mais ampla e clara.

Passados pouco menos de 10 dias, padre Fábio de Melo cedeu uma entrevista comovente e reveladora à equipe de jornalismo da Rede Globo, representada pela apresentadora do programa dominical 'Fantástico', Poliana Abritta.

Com uma aparência ainda bastante abatida, o padre se abriu durante a conversa e revelou detalhes sombrios de tudo o que passou durante suas crises de pânico. Assumindo ter vivido dias de horror trancado em sua residência, o religioso chegou a revelar ter se mantido escondido embaixo de sua cama, temendo diversos tipos de situação que o levariam à morte.

Relatando tristeza profunda e uma vontade interminável de chorar, Fábio afirmou que a única coisa capaz de acalmá-lo naqueles momentos era a doce voz de sua mãe, dona Ana Maria.

Revelando se sentir bem mais disposto, o religioso já vem cumprindo diversos compromissos de sua agenda, porém garantiu que ainda não se sente totalmente seguro e que por isso dará continuidade ao tratamento psiquiátrico, se submetendo à sessões de análises com a especialista indicada por um amigo próximo.

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