O Humor da televisão brasileira ficou mais triste nesta quinta-feira (17). Faleceu, aos 78 anos de idade, no Rio de Janeiro, o ator e humoristas Paulo Silvino. Ele lutava contra um câncer no estômago e morreu em sua casa, na Barra da Tijuca, no inicio da manhã. A notícia foi dada pelo filho do ator, João Paulo Silvino, em uma postagem feita nas redes sociais. “Que Deus te receba de braços abertos, meu pai amado”, escreveu.

De acordo com informações da família do humorista, no ano passado ele chegou a ser submetido a uma operação, mas o câncer se espalhou e eles decidiram que Paulo seguisse o tratamento em casa. A filha do ator, Isabela Silvino, também fez uso das redes sociais para lamentar a morte do pai. Ela agradeceu a todas as mensagens de apoio e disse que ainda está “naquele processar isso tudo”. Ela postou que o pai “foi bem.

Sem sofrer”.

Ele era pai do ator Flávio Silvino, que atuou na novela Vamp como o personagem Matosão, que fez grande sucesso na época. Porém sua carreira foi interrompida por conta de um acidente automobilístico, que provocou danos cerebrais no ator. Mesmo com as limitações, ele ainda voltaria a atuar na novela Laços de Família, antes de abandonar definitivamente a carreira.

Informações sobre velório e sepultamento do ator ainda não foram divulgadas pela família.

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Curiosidades

Carreira

Nascido em 27 de julho de 1939, no Rio de Janeiro, e filho do comediante Silvério Silvino, Paulo Ricardo Campos Silvino conheceu o teatro ainda criança, quando acompanhava o pai em seus trabalhos. “Com seis, sete anos de idade, frequentava os teatros de revista nos quais o papai participava”, disse o ator, que pisou pela primeira vez em um palco aos nove anos de idade, em uma entrevista ao Memória Globo.

Sua trajetória começou no rádio, mas na década de 60 começou a trabalhar na TV Rio. Estrou na Rede Globo no ano de 1966 com um humorístico chamado “Canal 0”, que satirizava programas de televisão. Também esteve em vários outros programas de humor da casa, como Balança Mas Não Cai, Faça Humor, Não Faça Guerra (1970), Planeta dos Homens, Viva o Gordo e, por último, o Zorra Total, onde fazia o personagem Severino, um porteiro que sempre era chamado pelo diretor de uma gravação para “quebrar um galho” e que tonou o bordão “cara, crachá” muito popular.

Também trabalhou no "A Praça É Nossa", do SBT, na década de 1990. Por várias vezes substituiu Chacrinha, quando o Velho Guerreiro enfrentava problemas de saúde.

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