Considerado por milhões de brasileiros católicos ou não como um dos nomes mais influentes e importantes da atualidade, padre Fábio de Melo vem surpreendendo e assustando o país com suas descrições a respeito da síndrome do pânico.

O religioso, que no último dia 11 revelou sofrer da triste e devastadora doença psicológica, através de seu perfil oficial no Instagram, mobilizou grande parte do país, ao relatar tudo o que passou nos últimos dias, durante suas maiores e mais assustadoras crises.

No desabafo compartilhado em forma de texto na rede social, o sacerdote da Igreja Católica declarou: ‘’[...] Há cerca de 20 dias tenho apresentado sintomas típicos da síndrome do pânico, doença que em mim já foi diagnosticada há dois anos e que na época superei rapidamente. Voltando agora de forma intensa, cheguei a ficar trancado em minha casa por uma semana, temendo tudo e todos’’.

O religioso acrescentou: ‘’Tive uma estranha sensação de morte e chorei como nunca havia chorado em toda a minha vida.

As coisas começaram a clarear e a melhorar, quando durante uma conversa com meu amigo e médico, o mesmo me instruiu a procurar ajuda de uma psiquiatra de sua confiança. Atualmente medicado, me sinto melhor, ainda que não me sinta inteiro.’’

A comovente declaração do religioso despertou ainda mais o carinho e devoção que os brasileiros nutrem por ele. Buscando, após se medicar, confortar os fiéis que intercederam por sua vida e, ou que por ventura enfrentam a mesma situação, padre Fábio de Melo aceitou conversar com a jornalista Poliana Abrita e o bate-papo entre eles pôde ser acompanhado neste último domingo (20), no ‘’Fantástico’’, da Rede Globo.

Disposto a revelar mais detalhes do que passou, Fábio de Melo fez uma série de revelações chocantes, que de certa forma assustaram os telespectadores que o acompanhavam no programa. Relatando grande parte de sua dor, o padre chegou a afirmar que por diversas vezes se pegou deitado no chão, se escondendo embaixo da cama.

Ainda bastante abatido, o sacerdote declarou que por várias vezes a única coisa que o acalmava era a voz de sua mãe, dona Ana Maria, que mora com parte de sua família no estado de Minas Gerais.

Declarando com lágrimas nos olhos que tudo que ele queria nas horas de medo era se sentir o Fabinho da dona Ana, o padre chegou a afirmar que por algumas vezes pensou em largar a batina, por não se sentir bom o suficiente para instruir as outras pessoas.

Ciente de sua doença e já medicado, o padre já segue realizando alguns compromissos e após essa intensa experiência, ele pretende poder ajudar ainda mais ao próximo.

Veja o vídeo da entrevista:

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