A repórter Carolina Cimenti, da Rede Globo, passou por um aperto durante o trabalho. Enquanto cobria o furacão que assolou os Estados Unidos nos últimos dias, a jornalista teve a sua calça rasgada ao vivo.

Ela estava ao vivo para a Globo News quando uma rajada de vento muito forte danificou a vestimenta. No momento, ela estava no ar ao lado de Sandra Coutinho, que foi quem avisou a jornalista sobre a calça rasgada.

As duas faziam cobertura dos ventos em Key West quando o incidente ocorreu. Rapidamente, Carolina Comenti se tornou um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.

Muitos internautas perguntavam por que as jornalistas não podiam fazer a transmissão de dentro de um hotel.

Outro imprevisto que aconteceu durante a mesma transmissão foi a necessidade do câmera que estava captando a imagens de ficar secando a lente do aparelho a todo o momento.

Isso porque a chuva e as rajadas de vento deixavam a lente embaçada, e diminuíam a qualidade do trabalho.

Furacão Irma já é considerado um dos mais devastadores da história americana

O furacão batizado de Irma já é considerado um dos mais fortes da história americana. Ele devastou alguns estados, e também causou problemas em Cuba.

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Curiosidades

Na Flórida o furacão causou 4 mortes, enchentes e devastação.

Os meteorologistas americanos já haviam previsto que o Irma faria um grande estrago no país. Por isso, a população das regiões que estavam na rota prevista para o Irma fizeram filas em supermercados e postos de gasolina, e começaram a estocar itens básicos.

Muitas outras pessoas decidiram sair de suas casas, e rumar para residências em outros estados.

Por isso, o congestionamento nas estradas de acesso a alguns dos principais estados americanos ficaram foi intensos.

O Irma é o maior furacão já registrado no Oceano Atlântico, e atingiu escala 5 de 5 em grau de periculosidade. Ele causou verdadeira devastação em seu trajeto, e deixou mais de 20 mortos nas Ilhas Caribenhas.

Uma das grandes preocupações do governo americano dizia respeito às cidades litorâneas, e a capacidade do Irma em provocar ondas gigantescas.

O presidente Donald Trump decretou estado de alerta, e pediu aos cidadãos americanos que se preparassem para o que seria o maior furacão do país.

Além disso, os americanos também enfrentam simultaneamente outros dois furacões que podem tomar proporções preocupantes, o “Jose”, e o “Katia”. Apesar de ter sido rebaixado para nível 4, o Irma ainda é o principal.

O ápice do furacão deve acontecer na Flórida, para onde as atenções das autoridades já estão voltadas.

O prefeito de Miami já declarou que nunca viu algo parecido.

Como apoio, as Forças Armadas do país e a Guarda Marinha estão localizadas na região para prestar ajuda a população quando o furacão causar o seu maior estrago.

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