Após uma gestação recheada de altos e baixos e com muita esperança, a apresentadora Eliana deu à luz a pequena Manuela. A bebê nasceu nesse domingo (10), na cidade de São Paulo.

A Loira, que é mãe de Arthur, de 6 anos, fruto de um casamento anterior, tem um relacionamento hoje com o diretor de TV Adriano Ricco. A gestação de Eliana foi movida por muita oração e esperanças de todos os seus fãs, que não se cansavam de enviar mensagens de força e superação nas redes sociais da mamãe de Manuela.

Recentemente, o pai da criança prometeu que divulgaria fotos da pequena após uma fã pedir encarecidamente para Adriano Ricco.

A gestação de Eliana foi conturbada desde o início. Com cerca de 11 semanas de gestação, a apresentadora teve que ser submetida a uma cirurgia para "costurar" o colo do útero, tendo em vista que o mesmo era muito curto e havia um risco iminente de ocorrer um aborto.

Em seguida, após 20 semanas de gestação, a loira foi diagnosticada com descolamento prematuro de placenta e necessitou de nova internação hospitalar. Eliana estava bastante ansiosa pela gestação e disse um pouco sobre isso: "Essa gravidez foi muito desejada desde sempre.

O Adriano ainda não era pai e eu, muito feliz por já ser mãe, sabia que se fosse para ter mais um, deveria ser logo, pois já tinha cruzado a linha dos 40. Então, no ano passado, conversamos, planejamos, engravidei e comemoramos muito.”

O que é descolamento prematuro de placenta?

A placenta é uma estrutura fundamental para a viabilidade da gestação. Ela tem a função de transportar nutrientes e oxigênio para o bebê, que está dentro do útero da mãe. A placenta deve estar totalmente aderida as paredes uterinas e o descolamento só deve ocorrer no momento do parto.

Se houver um descolamento antes desse período chama-se de descolamento prematuro de placenta. O principal fator de risco é ter tido a doença anteriormente ou apresentar pressão alta na gravidez. O descolamento prematuro de placenta ocorre sempre após a 20ª semana de gestação, sendo uma das causas de sangramentos da segunda metade da gestação.

Ela ocorre em cerca de 1% das gestações e é uma complicação grave, que pode levar a morte do bebê e da mãe, tendo em vista que pode haver um grande sangramento, levando a mulher a um quadro de choque hipovolêmico.

Vale a pena dizer que o diagnóstico de descolamento prematuro de placenta deve sempre ser feito por um profissional médico e as orientações seguidas pela gestante.

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