O debate que foi ao ar no dia 25 de setembro, no programa Superpop da apresentadora Luciana Gimenez tratou da liminar emitida pela Justiça Federal do Distrito Federal que garante o direito de psicólogos tratarem gays e lésbicas com terapias de “reversão sexual”. No debate participaram o Pastor Marco Feliciano, a psicóloga cristã Marisa Lobo, o ator Thammy Miranda, o médico Celso Marzano e o jornalista Felipeh Campos.

Feliciano e Marisa explanaram que nunca houve um projeto que tentasse impor a cura de homossexuais, e que o termo “Cura Gay” não foi ele que criou e sim a insistência da mídia de classificar a decisão como autorização para tratamentos com esse nome.

Luciana Gimenez iniciu o programa dizendo que esses projetos sempre vêm da bancada evangélica, e diz que todas as religiões deveriam ter uma bancada, já que o estado é laico, e Feliciano respondeu que o "Estado é laico não é Estado laicista".

No debate ressaltaram a terapia de pessoas que lutam contra sua própria homossexualidade é um direito assegurado pela Constituição. Sendo assim, a liminar concedida pelo juiz federal Waldemar Cláudio de Carvalho supostamente apenas apoiaria os homossexuais insatisfeitos e que necessitam de apoio profissional.

O Pastor Marco Feliciano e a psicóloga cristã Marisa Lobo disseram apoiar o direito dos psicólogos atenderem homossexuais insatisfeitos com sua orientação sexual.

A psicóloga disse que a sexualidade é fluída e defendeu o direito à 'reorientação'. Já Marcos Feliciano disse que "nunca houve projeto de Cura gay, porque homossexualidade não é doença. Psicólogo, com todo respeito aos psicólogos, não é médico. Só é médico quem pratica a medicina. Se psicólogo não é médico e homossexualidade não é doença, não existe a tal da cura gay, isso é uma fantasia, isso é uma coisa muito mal usada para dividir a população brasileira", declarou.

Celso, Thammy e Felipeh confrontaram tais comentários, afirmando que todos têm direito de escolha, que a opção sexual, não é uma coisa tomada de uma hora pra outra e que vai acontecendo desde criança.

Celso Marzano, médico urologista, orientador e terapeuta sexual, deixou um alerta especial para as pessoas que sofrem para aceitar a sua orientação sexual. Ele disse que algumas pessoas não aceitam seus corpos e acabam se mutilando e até mesmo se suicidando. "Procure profissionais especializados na área, para evitar o seu sofrimento e para que você tenha uma sexualidade plena e feliz", declarou no programa.

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