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O famoso cantor brasileiro, Naldo, conhecido por sua espontaneidade e pelo sucesso que faz com suas músicas teve uma semana bastante conturbada, chegou até a ser preso após denúncia de sua esposa, a mulher moranguinho.

O mais inusitado e incrível foi que horas depois dele sair da prisão, Naldo cantou em um show de confraternização da polícia militar do estado do Rio de Janeiro, mais precisamente do décimo oitavo batalhão da PM, em Jacarepaguá.

Segundo a imprensa local o show aconteceu na última quarta-feira, dia seis, horas depois do mesmo pagar fiança e ser liberado pela polícia.

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Entenda o caso que levou Naldo para a prisão

Naldo Benny foi preso nessa quarta-feira por porte ilegal de arma de fogo e por uma acusação de agressão feita por sua esposa Ellen Cardoso, a mulher moranguinho. A esposa fez a denúncia na delegacia de proteção à mulher e segundo informações coletadas o casal teria se desentendido no último sábado. Na ocasião Naldo teria perdido a paciência e dado socos, pontapés e puxões de cabelo. Questionado sobre o ocorrido o cantor não se pronunciou. Segundo Ellen, ela sofria agressões há mais de seis anos, antes mesmo do casamento com Naldo e resolveu denunciá-lo nesse momento pois haveria se cansado de apanhar.

A delegada então, tomou ciência que o cantor tinha em sua residência uma arma de fogo não registrada. Com essa informação a delegada solicitou que a arma fosse buscada e apreendida. Como a polícia encontrou a arma na casa de Naldo, o mesmo foi conduzido para a delegacia onde permaneceu preso até pagar fiança e ser liberado.

Polêmica envolvendo policial civil está sob investigação interna

Uma policial civil tirou a semana para tirar selfies com os presos, isso é o que tudo indica. Após tirar fotos com o traficante mais procurado do Rio de Janeiro, Rogério 157, a policial resolveu tietar o cantor Naldo Benny.

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Uma foto que está circulando no whatsApp desde quarta feira mostra a policial civil tirando foto com o cantor que faz pose e tudo mais. As imagens indicam que o local do registro fotográfico era uma delegacia de polícia, pois pode-se notar pastas e papéis com a descrição "tráfico de drogas".

A policial foi denunciada para a corregedoria da policia militar do estado do Rio de Janeiro e deverá responder internamente, de forma administrativa, tendo em vista que esse tipo de conduta é terminantemente proibido por parte de policiais no exercício de suas funções.