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O jogador de Futebol Carlitos Tévez causou polêmica ao dar uma entrevista para o canal de TV TyC Sports. Ao falar um pouco sobre a sua carreira e família, ele deu alguns detalhes de como é a educação de seu filho de 3 anos. De origem humilde, o jogador, que hoje é um dos mais bem pagos do mundo, disse que leva seu filho à comunidade que cresceu para jogar bola com as crianças com realidades sociais diferentes da dele. Porém, a declaração do argentino acabou repercutindo negativamente.

Primeiramente, o jogador mostrou certa preocupação do filho se tornar homossexual quando adulto.

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Ele disse que levar o filho para jogar bola com meninos carentes é uma maneira de não deixá-lo virar homossexual. "Levo o Lito ao bairro comigo. Ele é menino, mas... imagina. A mãe, os avós, ele é o único menino. Se não levo ao bairro para que lhe deem uns tabefes, ele desmunheca", explicou o jogador, em fala reproduzida pelo diário "La Nación".

Assim que o repórter ouviu a afirmação do jogador, ele tentou contornar para que não houvesse polêmica. No entanto, já era tarde demais. Na Argentina, grupos de proteção à criança atacaram o jogador e disseram que ele está fazendo um desserviço à sociedade.

Carlitos foi bastante criticado por internautas.

Para eles, o jogador deu a entender que a violência é uma maneira de evitar que as crianças virem homossexuais. “Como se jogar futebol fosse sinônimo de heterossexualidade. Mulher também joga e muito bem. Ele tem que ensinar caráter ao filho”, “Espero que o Ministério Público da Argentina abra um processo por espancamento de menores contra ele. O menino tem 3 anos, isso é doentio. É o cúmulo da ignorância e do preconceito”, escreveram os internautas.

Mas essa versão é duramente criticada pela maioria dos estudiosos e defensores da causa LGBT.

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A violência é, sem dúvida, a pior maneira de trabalhar assuntos delicados com as crianças.

Muitos internautas também que tentaram defender o jogador. Eles entenderam que essa é a maneira que ele tem para mostrar ao filho as adversidades da vida e também para mostrar realidades sociais diferentes da que ele vive.

“Tem que repreende sim, ensinar o certo. Ninguém nasce gay, nasce homem e mulher. Aí querem colocar isso na nossa mente que tudo é normal. As crianças estão em formação”, “O filho é dele, e ele cria da maneira que achar melhor.

Se ele acha que isso poderá livrar o filho da homossexualidade, que assim seja", defenderam dois fãs do jogador.