O primeiro filme do Pantera Negra, herói africano das histórias em quadrinho da Marvel, estreou essa semana, na quinta-feira (15). A trama, que tem como protagonista Chadwick Boseman, que interpreta o personagem T'Challa (Pantera Negra), já levantava grandes expectativas dos fãs. Sua primeira aparição nas telinhas foi em "Capitão América: Guerra Civil", onde T'Challa se juntou ao Homem de Ferro para combater o time do Capitão América, após a morte de seu pai, T'Chaca, no que ficou conhecido como a "Guerra Civil".

Pantera Negra: o primeiro super-herói negro protagonista das histórias em quadrinho da Marvel

O Pantera Negra é um super-herói das histórias em quadrinhos da Marvel, cuja a identidade secreta é T'challa, príncipe herdeiro de Wakanda.

Após herdar o trono de seu pai, T'Chaca, último Pantera Negra, T'Challa irá assumir o trono e revolucionar o reinado de Wakanda.

Wakanda é um país fictício da Africa, que conta com contrastes modernos e rurais. Com economia própria, Wakanda é independente do resto do mundo graças ao seu rico solo, que contém o metal mais resistente do mundo, o Vibranium. Com esse metal, os Wakandianos conseguem produzir armas, escudos, naves e automóveis quase indestrutíveis, tornando sua economia independente do resto do mundo.

Tudo começou em 1966, quando o personagem apareceu pela primeira vez em o "Quarteto Fantástico". O herói africano foi criado por Stan Lee e pelo escritor e ilustrador Jack Kirby. Desde então, o personagem passou a fazer participações subsequentes como convidado nas edições anuais do "Quarteto Fantástico" e, ao lado do "Capitão América", participou de "Tales of Suspense".

O Pantera também integra a equipe de super-heróis de "Os Vingadores", em Nova York.

A estreia no cinema e sua repercussão

A pré-estreia ocorreu na última quarta-feira (14) e sua estreia na quinta-feira (15), marcando o início do protagonismo negro nos filmes da Marvel. Sem aquele tom humorístico característico do Universo Marvel, "Pantera Negra" veio um tanto politizado, cheio de diálogos esclarecedores e com pouca ação.

Após perder o pai T'Chaca no filme "Capitão América: Guerra Civil", T'Challa se tornou o sucessor ao trono de Wakanda. Para isso, o futuro príncipe precisaria passar pelo ritual de aceitação das cinco tribos, tendo a possibilidade de algum outro líder de tribo reclamar o posto pra si.

Após a aceitação, o príncipe assume o trono e passa por um ritual para que possa adquirir forças e habilidades sobre-humanas. No entanto, várias reviravoltas ocorrem durante a trama, o que ocasiona a queda de T'Challa do trono.

O filme ainda conta com o ótimos figurinos, sem exageros e uma boa representação feminina.

As Dora Milaje, como é chamada a guarda pessoal do rei, são mulheres guerreiras poderosíssimas lideradas Okoye (Danai Gurira).

A pouca presença de ação no filme pode deixar alguns fãs incomodados. Porém, é importante lembrar que se trata do primeiro filme da franquia, onde o diretor teve que se prender em alguns pontos importantes, como diálogos e construção de personagens. No entanto, os poucos momentos de combates são suficientes para encher os olhos. A Marvel é especialista em criar estilos de lutas pessoais para cada personagem, deixando de lado aquele clichê repetitivo adotado pela DC.

É importante prestar atenção no comportamento de T'Challa, que diferente de seu pai, trará um novo conceito de liderança. Suas constantes lembranças de um passado sombrio ainda assombram o príncipe, trazendo ainda mais dramaticidade a série.

Diante disso, tire você suas próprias conclusões se vale ou não a pena assistir ao novo filme da Marvel. Vale lembrar também que ao final do filme existem duas cenas pós-crédito, então, é importante ficar um pouquinho mais na sala para ver essas cenas que trazem revelações sobre o próximo filme do Pantera.

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