A atriz Paolla Oliveira é um dos nomes mais conhecidos da televisão brasileira. [VIDEO]O seu papel mais recente foi como a Jeiza, da novela ‘’A Força do Querer’’, da Rede Globo. No Carnaval, a musa loira tentou aproveitar a festa e, para isso, vestiu-se de índia. Para ir ao baile Sarongue, no Rio de Janeiro, Paolla Oliveira escolheu a tradicional fantasia, que mostra os antepassados brasileiros, para curtir a festa.

No entanto, a folia da colega de bastidores de Juliana Paes foi interrompida por fortes críticas. [VIDEO] Algumas pessoas ficaram realmente chocadas com tudo o que houve e as críticas foram pesadas. Para muita gente, Paolla não poderia se vestir assim, apenas pelo fato de ser branca.

Paolla Oliveira escolhe fantasia de índia, mas parte dos internautas a critica por ser branca

Como mostra uma reportagem do portal de notícias UOL publicada neste sábado de Carnaval (10), as críticas mais pesadas à celebridade são pelo fato dela ter a pele clara. Vários comentários exaltaram sua beleza, mas outros criticaram sua escolha.

"Linda! Mas se fantasiar de índio tá por fora", disse um. "Branca se fantasiando de índio é patético", comentou outra. É claro que muita gente também lembrou que o chamado "politicamente correto" virou uma coisa chata.

Muitos internautas defenderam a celebridade, que continua sendo contratada pela TV Globo. "Esse tal de ‘politicamente correto’ é uma besteirada... Tudo é preconceito, tudo é criticado caso não corresponda ao que essa ou aquela opinião. Paola tá linda...

a pessoa é livre para usar qualquer fantasia. Palhaço, índia, nega maluca, cigana etc.", disse um internauta ao defender a famosa.

Paolla Oliveira é defendida após fantasia de índia causar polêmica

Não é a primeira vez que um famoso gera polêmica graças à fantasia que escolheu para o Carnaval. No entanto, as defesas de Paolla foram as mais variadas. "O que os neuróticos pós-modernos alegarão? A ridícula, segregacionista e patológica concepção acerca da ‘apropriação cultural’? Estou simplesmente farto dessa pseudo democracia. Gente doente! Precisa de muito Freud e muito Lacan", disse mais um ao comentar o tema.

Outras pessoas também argumentaram a favor da artista. "Se fantasiar de médico é ofender médicos? Se fantasiar de juiz é ofender juízes? Se fantasiar de caipira é ofender caipiras? Há um impulso autoritário incontrolável de certos segmentos de exercer o poder sobre o restante da sociedade através da censura comportamental . Esse impulso é tão forte que faz alguns, principalmente na imprensa, perderem completamente a noção do ridículo", escreveu mais um.