Em julho de 2017, Antônia Fontenelle teve uma bela vitória na disputa pela herança de Marcos Paulo. Ela, que foi namorada do ator e diretor por anos, conseguiu provar que tinha uma relação estável com ele e foi considerada herdeira legítima de parte da fortuna do famoso. Marcos Paulo morreu em novembro de 2012 por conta de uma embolia pulmonar, e desde então a mulher entrou em uma disputa para provar ser detentora de direitos sobre o patrimônio que é avaliado em R$ 30 milhões.

Marcos Paulo deixou três, filhas Mariana, Vanessa e Giulia Costa, esta última é filha de Flávia Alessandra, que não queriam dividir a herança com a apresentadora.

Giulia desde então é representada por Flávia, sua tutora legal (e mãe). O mais inusitado de tudo é que Giulia prefere usar um sobrenome comum de seu padrasto, Otaviano Costa, quem considera como pai.

Pois bem, mas a briga não acabou. Existe um bem que foi tirado da partilha e foi vendido. O problema é que o bem é exatamente o mais valioso, estimado em R$ 8 milhões. Mas Antônia não é boba e soube de todo o esquema.

Atriz Antônia Fontenelle fica de fora da venda de imóvel valioso e travará nova batalha judicial

Sobre a participação de Fontenelle na partilha, não há mais discussão. Não cabe mais recurso. Entretanto, especificamente sobre este bem, um apartamento em Nova York, que, inclusive, estava no nome de Fontenelle, foi vendido pelo inventariante do espólio do diretor.

Segundo Fabíola Reipert, o pior de tudo é que foi vendido o imóvel em nome de Fontenelle, sem sua participação, ou anuência.

A venda deixou a socialite completamente transtornada e ela prometeu travar nova batalha judicial sobre esta venda sem sua participação. A repórter da 'Hora da Venenosa' afirmou que a venda sem autorização da proprietária foi feita em um esquema que contou com o inventariante e as filhas de Marcos Paulo.

Só que depois de Antônia Fontenelle descobrir toda a armação da venda, ela prometeu entrar na Justiça para bloquear o dinheiro da venda e participar da partilha dos valores.

Cabe lembrar que a partilha é fruto de disputa desde 2012, quando da morte do diretor e completará em novembro seis anos de litígio. O patrimônio foi avaliado em R$ 30 milhões, incluindo imóveis, dinheiro e aplicações. O bem mais valioso unitariamente era justamente o imóvel em Nova York.

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