A atriz Tônia Carrero faleceu na noite deste sábado (3), na cidade do Rio de Janeiro, onde morava. Aos 95 anos, ela se submeteu a uma cirurgia simples, mas acabou não resistindo e sofreu uma parada cardíaca.

A informação da morte foi confirmada por seus familiares ao canal pago GloboNews.

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O falecimento teria acontecido por volta das 22h15 (horário de Brasília). A clínica particular onde Tônia estava realizando a cirurgia fica no bairro da Gávea.

Carreira brilhante de Tônia Carrero

Seja no teatro, no cinema ou na televisão, Tônia Carrero, que foi batizada com o nome de Maria Antonietta Portocarrero Thedim, fez muito sucesso e angariou milhares de fãs por onde passou.

No teatro, estreou na peça “Um Deus Dormiu Lá em Casa”, de Guilherme Figueiredo, em 1949.

Tônia Carrero morre no Rio de Janeiro
Tônia Carrero morre no Rio de Janeiro

Era o início de uma brilhante carreira nos palcos, mas ela já havia, dois anos antes, participado do filme “Querida Susana”.

Ao todo, foram 23 peças de teatro. A última foi feita em 2007: “Um Barco Para o Sonho”, de Alexei Arbuzov, com direção de Carlos Artur Tiré. Neste mesmo anos, ela participou de seu último filme: “Chega de Saudade”.

Na telona, foram 19 filmes. Em 1963, por exemplo, ela estrelou três: “Copacabana Palace”, “Esse Rio Que Eu Amo” e “Sócio de Alcova”.

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Em 1988, mais dois: “A Bela Palomera” e “Fogo e Paixão”.

Na televisão, a carreira de Tônia Carreiro teve início em 1952. Deste ano, até 1960, ele participou do “Grande Teatro Tupi”. Entre os grandes sucessos na telinha, estiveram “Água-Viva”, “Sassaricando”, “Kananga do Japão” e “Senhora do Destino”.

Em 2004, quando a cidade de São Paulo comemorou 450 anos, a Globo levou ao ar a série “Um Só Coração”. Tônia Carreiro participou de forma especial em um capítulo interpretando ela mesma.

Internautas tomam um susto

A morte de uma senhora de 95 anos não assusta ninguém. Já é de se esperar que alguém nessa idade tenha uma saúde frágil e que corra mais risco de morte do que pessoas mais jovens.

Portanto, não foi a morte da atriz que assustou, mas, sim, o temível “Plantão da Globo”. A vinheta tradicional da Rede Globo, usada quando a emissora vai dar uma informação urgente e importante, entrou no meio do filme “Selma: Uma Luta Igualdade”, que conta a história de Martin Luther King.

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Rapidamente, os internautas começaram a comentar sobre a situação no Twitter e a tag “Plantão da Globo” apareceu nos trendings topics – ranking dos assuntos mais comentados do microblog.

Confira abaixo os tuítes

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