Gustavo Correa é o cunhado de Ana Hickmann que é visto pela famosa como salvador de sua vida. O homem teve a coragem de avançar sobre o potencial assassino, Rodrigo Augusto de Pádua e desarmá-lo.

Entretanto, na época, ele foi acusado de homicídio com dolo eventual já que, segundo a promotoria, não haveria tido a necessidade de matar a vítima, que estava dominada e pior, segundo a promotoria os tiros foram dados com o homem imobilizado, caracterizando o eventual dolo.

Provavelmente, nenhum brasileiro em sã consciência seria capaz de julgar o homem que teve a mulher atingida por uma bala e desarmado, conseguiu conter o maluco que fez uma vítima não fatal, mas poderia matar qualquer um no quarto de hotel, já que ele ameaçava atirar a esmo. Ele chegou a acertar a esposa de Gustavo Correa.

Formado em artes marciais (por sorte), o homem dominou Rodrigo, que enlouquecido não iria parar até a polícia chegar.

Gustavo alegou que o tiro foi acidental pois seria ele ou a vítima que morreriam, dada a gana de Rodrigo em matar.

Ele foi indiciado, a denúncia foi aceita e nesta terça-feira (3) , a Justiça deu seu veredicto sobre o assunto. Cabe lembrar que o atentado contra a artista aconteceu em 21 de maio de 2016, dia também da morte de Rodrigo.

O caso foi julgado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

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Fofocas

Cunhado de Ana Hickmann recebe sentença

A decisão foi proferida pela juíza Âmalin Aziz Sant’Ana, do 2º Tribunal do Júri de Belo Horizonte. Em sua sentença, ela diz que Gustavo agiu em total legítima defesa e que a denúncia da promotoria caiu por terra, já que os tiros foram sequenciais e não como narrado na inicial.

A juíza também considerou que a vítima colocou sua vida e de seus familiares em risco. Por conta disto, Gustavo foi absolvido das acusações de homicídio e está livre sem nenhum ônus e com o 'nome limpo' para fins judiciais.

Entenda o que Ministério Público alegou em sua denúncia

Segundo a promotoria do MP, Ministério Público, Gustavo foi indiciado por homicídio doloso por matar o fã de Ana Hickmann depois de ter defendido a família. Na visão da promotoria, o homem matou o fã quando ele já estava dominado, e não deu-lhe chance de reagir ou se defender.

Depois da sentença proferida, entretanto, ficou provado que Gustavo matou a o fã depois do 'tudo ou nada', ou seja, ele estava em vias de morrer se não agisse daquela forma.

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