Isis Valverde, que recentemente viveu a personagem Ritinha de A Força do Querer, tem esbanjado alegria nas redes sociais por conta de sua primeira gravidez. A atriz está grávida de três meses e espera um menino.

Um fato que tem sido muito comentado nos últimos dias é que a atriz tem uma doença autoimune que fará com que os primeiros anos de vida da criança sejam muito mais rígidos em termos de alimentação.

Isis é celíaca, ou seja, possui intolerância a glúten. A doença, quando não controlada e tratada, pode gerar uma série de complicações, como dores abdominais, problemas intestinais, queimação estomacal, problema no desenvolvimento do corpo, desnutrição e até gerar uma intolerância a lactose em alguns casos.

Também existe 20% mais chances de uma grávida celíaca não controlada sofrer um aborto do que mulheres não celíacas ou que estão com a doença controlada.

A assessoria de imprensa de Ísis informou que sua doença está muito bem controlada e que ela tem uma gravidez saudável com orientação nutricional. A morena também não precisará se afastar do trabalho [VIDEO] durante a gestação.

Mesmo com uma Saúde em dia, a vida do filho de Ísis terá algumas restrições desde que ele deixar de consumir o leite materno. Logo nas primeiras alimentações de papinhas e comidas comuns, o que costumam acontecer após os seis meses de vida, o menino precisará evitar qualquer alimento com glúten e essa rotina prosseguirá nos primeiros anos de sua vida.

O objetivo é tentar retardar ao máximo que a doença se manifeste no garoto, pois se trata de uma enfermidade hereditária e quanto mais se adia o contato do filho de mãe celíaca ao glúten, mais chances ele tem de não desenvolver a doença ou de pelo menos evitar que ela surja nos primeiros anos de vida.

Alimentos a base de trigo, cevada e cereais precisam ser retirados do cardápio de um celíaco ou de uma criança que tem mãe celíaca. Dentre os alimentos que acabam ficando de fora da dieta das pessoas estão os pães, massas, pizzas, molhos prontos, bolos, salsichas, queijos e pasteis.

Felizmente, a gastronomia já criou várias alternativas para celíacos, como fazer esses alimentos sem a adição de glúten. É mais caro, mais trabalhoso, mas muito mais saudável, além de permitir que as pessoas do grupo de risco possam degustar pratos diferentes sem comprometer a sua saúde.

A doença [VIDEO] não tem cura, tão pouco é transmissível a terceiros, sendo uma condição genética e existindo raros casos em que o paciente não tem outros casos da doença na família.