A jornalista brasileira Heloisa Villela provou com competência que é corajosa não somente nas reportagens feitas por ela para a TV Record do bispo Edir Macedo, uma vez que a mesma constatou no ano passado que sofria de um câncer mamário bastante agressivo e em estágio avançado.

Villela, que exerceu as suas atividades profissionais durante 15 anos na Rede Globo de televisão [VIDEO]da família Marinho, em nenhum momento deixou de trabalhar, abandonou inclusive o uso da peruca que escondia a sua calvície por causa do tratamento quimioterápico contra o câncer e continuou apresentando o programa televisivo "Domingo Espetacular", só que com um corte de cabelo grisalho e bem curto.

Heloisa falou em entrevista concedida ao colega Daniel Castro, jornalista do "Notícias da TV", ocasião em que confirmou que se encontra curada inicialmente, uma vez que ela não possui mais nenhuma massa ou mancha suspeitas de serem de origem cancerígena.

A apresentadora revelou ainda que todos os exames que realizou deram negativo para a doença [VIDEO], no entanto, tudo é muito recente e todo o cuidado é pouco, daí o acompanhamento médico intensivo ao qual vem sendo submetida, principalmente no que diz respeito a fazer novos exames de seis em seis meses como parte do estudo médico.

A repórter, durante a mesma entrevista, falou o porquê de ter decidido deixar os fios brancos frente às câmeras e a explicação, segundo Heloisa, é bem simples, isto é, nunca ninguém disse que ela não poderia usar ou ter cabelos brancos.

“É coisa de Brasil as repórteres terem de ser novinhas ou não apresentar cabelos brancos”, completou Villela.

A repórter da Record, que é correspondente internacional, confessou que sofreu muito quando descobriu o seu câncer de mama, abrindo o coração para Daniel, falando do seu susto, do choro por uma semana inteira, já que estava sozinha em casa.

A mulher falou que pensou em tudo que teria que passar, se morreria por causa do câncer, enfim, fez um completo balanço no meio da notícia desagradável.

Tanto é assim, que Heloisa revelou que a primeira semana é a mais horrível de todas, é até pior do que a própria quimioterapia que ela fez, pois é a semana da surpresa recheada com impacto para lá de negativo.

Foi quando a jornalista disse querer se apressar em tudo, marcar as coisas, fazer os exames, pois assim ela usufruiria um pouco do conforto, consciente de que estava lutando pelo seu bem mais precioso, a saber, a vida.