Michael Jackson [VIDEO] faleceu no dia 25 de junho de 2009, na Califórnia, mas seu nome continua entre relatos assustadores de pessoas que eram próximas ao cantor. Agora foi a vez do cardiologista de Michael, Conrad Murray, garantir que o pai foi responsável por alterações químicas que tinham como objetivo preservar a imagem e voz do jovem.

Joe Jackson morreu no dia 27 de junho deste ano e suas histórias abusivas contra os filhos já foram relatadas, inclusive, pelo próprio Michael, como é possível acompanhar nesse documentário de Martin Bashir, exibido pelo canal britânico Granada Television - "Living with Michael Jackson".

Apesar de muito criticado por conta das edições maldosas feitas pelo jornalista, é possível acompanhar o trecho marcante em que a estrela do pop fala sobre as surras que levava do pai:

O relato de Conrad Murray

Conrad Murray já foi citado exaustivamente pela mídia mundial. O médico de Michael Jackson - acusado de homicídio culposo em 2011 - ministrou doses de Propofol nos dois meses que antecederam a morte da estrela mundial. Segundo o cardiologista, eram a pedido do próprio astro. Michael não conseguia dormir e o remédio o "apagava".

Murray já havia relatado situações de abuso por parte do pai de Michael em seu livro "This is it! The Secret Lives of Dr. Conrad Murray and Michael Jackson". Como, por exemplo, afirmando que Joe Jackson [VIDEO] forçava Michael a tomar injeções de hormônio aos 12 anos para curar a acne.

Aliás, Michael também já contou sobre o quanto sofria com chacotas que partiam do próprio pai, por causa do problema que começou a surgir na adolescência. Em entrevista à Oprah Winfrey, em fevereiro de 1993, o cantor conta o quanto era cruel ter que ouvir o deboche e, em seguida, ter que subir em um palco onde todos os holofotes apontavam para ele:

Dessa vez, o médico afirma que o pai castrou quimicamente o filho para que ele não perdesse a voz aguda que o fez atingir a fama. Segundo o mesmo, um verdadeiro absurdo.

"Espero que Joe Jackson encontre redenção no inferno", disse.

A revista People e outros canais de notícias mundiais estamparam a declaração do médico. Murray foi condenado a quatro anos de prisão, mas teve a pena reduzida para dois anos graças à sua boa conduta na prisão.

As pessoas dividem suas opiniões entre um pai severo que traumatizou o filho, e um filho que, graças a diversos tipos de transtornos, inventou muitas histórias para encobrir suas próprias loucuras.