Jair Bolsonaro, candidato à presidência da República pelo PSL, é um dos políticos que mais tem gerado polêmicas entre os eleitores e dividido opiniões. Sempre com declarações fortes, o presidenciável acabou gerando revolta nos LGBTQs por causa de alguns posicionamentos sobre os gays. Na noite desta quarta-feira, internautas subiram uma hashtag no Twitter exigindo que a cantora Anitta se posicionasse contra Bolsonaro, se embasando na "Operação Pink Money", e chegaram a prometer boicote caso a artista não se manifeste.

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Operação Pink Money

A "Operação Pink Money" trata-se da cobrança de posicionamento de empresas e artistas que lucram com os LGBTQs, mas não se posicionam contra Bolsonaro. O mutirão formado na internet promete derrubar marcas e famosos, caso eles não se voltem contra o presidenciável e Anitta foi o primeiro alvo do movimento.

Com a hashtag #AnittaDigaNãoAoFacismo, diversos internautas exigiram o posicionamento da cantora e movimentaram o Twitter.

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Jair Bolsonaro Anitta

Vale lembrar que uma grande base do público da artista é formado por LGBTQs que a idolatram. A maioria dos fãs envolvidos no movimento disseram que boicotariam Anitta, caso ela não se manifestasse e deixariam de ir em seus shows e consumir seus produtos, até mesmo alguns DJs entraram na manifestação e disseram que parariam de tocar as músicas da cantora Pop nas suas apresentações em boates.

Apesar de o foco da operação ser pela causa LGBT, os fãs também cobraram de Anitta o posicionamento sobre declarações do deputado consideradas racistas. A hashtag e movimento tem dividido opiniões na internet e Anitta ainda não se manifestou a respeito do pedido exigido pelos fãs.

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Atentado contra Bolsonaro

No dia 6 de setembro, Jair Bolsonaro foi vítima de um homem que em meio à multidão em Juiz de Fora, Minas Gerais, lhe desferiu um golpe de faca no abdômen. Logo após ser esfaqueado, o presidenciável foi encaminhado para um hospital mineiro onde foi operado e em seguida transferido para São Paulo.

Ainda internado, Bolsonaro passou por outras cirurgias e até o momento o seu estado é considerado estável. O agressor logo após a ação começou a ser linchado pela população local, mas logo em seguida foi detido por policiais que o encaminharam para a delegacia.

Adélio Bispo segue preso em um presídio federal onde aguarda para ser julgado pelo atentado cometido contra a vida do candidato à presidência do Brasil.

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