Leo Dias, que já anuncio ser dependente químico e também o desejo de se tratar do vício, deu uma entrevista exclusiva ao Morning Show, da Jovem Pan, em que falou sobre o novo tratamento que fará, com o uso da ibogaína, uma substância retirada da raiz de uma planta nativa da África. Na ocasião, o jornalista falou do risco de morta por conta do tratamento e disse não temer.

'Eu vou combater a droga com uma droga'

Ainda na entrevista, Leo Dias contou que irá se afastar do programa Fofocalizando, o qual apresenta no SBT, e dará início a um tratamento considerado radical.

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O jornalista abriu o coração e contou que combaterá uma droga com outra droga.

Viciado em cocaína, Leo relembrou um episódio em que cheirou a droga por três dias seguidos, após a atriz Viviane Araújo ter o denunciado na delegacia por algo que, segundo ele, não havia ocorrido. O apresentador confessou que a droga era a sua fuga da realidade, o que acabou o prejudicando profissionalmente. Leo Dias revelou que esteve prestes a ser demitido do SBT.

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Só não aconteceu porque o próprio Silvio Santos interviu e não deixou que o desligassem da emissora. Segundo Leo, Silvio teria reconhecido que ele estava doente e precisava de tratamento, dando-o incentivo e uma nova oportunidade para se recuperar do vício.

A ibogaína

O tratamento que Leo Dia fará para se livrar do vício em drogas será feito através do uso da ibogaína. A substância tem efeitos alucinógenos fortíssimos, o que pode levar o paciente a óbito: 'você fica cara a cara com a morte', contou Leo Dias durante a entrevista.

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Após todos os efeitos psicodélicos, cerca de uma semana, a substância acaba com a fissura, que é a vontade incessante de continuar consumindo a droga. Apesar dos riscos, a terapia tem alta eficiência no combate aos vícios em cocaína, crack, álcool e maconha.

Questionado se não temia morrer no tratamento, Leo Dias assegurou que já fez tanto mal ao seu próprio corpo que agora seria responsável por cuidar dele.

O apresentador afirmou que está autorizado pelo Ministério da Saúde para importar a substância – que no Brasil é proibida pela Anvisa.

Apesar do risco de morte por conta do tratamento, uma pesquisa feita pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), no ano de 2013, apontou que 61% dos pacientes toxicômanos que se utilizaram da substância ibogaína conseguiram se livrar do vício nas drogas. A taxa é considerada alta pelos pesquisadores da área.

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