Morreu na tarde desta quarta-feira, 10 de outubro, a escritora espiritualista Zíbia Gasparetto [VIDEO], de 92 anos. Conhecida mundialmente por conta dos mais 18 milhões de livros vendidos, Zíbia combatia desde o início de 2018 um câncer no pâncreas.

A escritora faleceu dormindo, dentro da própria casa, localizada no bairro do Ipiranga, em São Paulo. A notícia foi confirmada no perfil das páginas que ela possuía nas redes sociais, e também no site da editora Vida e Consciência, da qual era proprietária.

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"Hoje, o astral recebe com amor uma de suas representantes na Terra. Ela segue em paz no plano espiritual, olhando por todos nós. Feliz recomeço", finaliza a nota.

Já no Facebook da escritora, a postagem ressalta a quantidade de fãs que Zíbia fez ao longo dos anos. "Hoje o astral recebe com amor uma de suas representantes na Terra. Hoje você parte para uma nova etapa ao lado dos seus guias espirituais deixando uma legião de fãs, amigos e familiares, que foram tocadas por sua graça, delicadeza e por suas sábias palavras", afirma

O velório e o enterro ocorrerão no Cemitério de Congonhas na manhã desta quinta-feira, 11 de outubro, a partir das 10 horas.

Com mais de 68 anos voltados ao estudo do espiritismo, parte deles compartilhados com o marido, Aldo Luiz Gasparetto, Zíbia Gasparetto passou a estudar a doutrina espírita muito jovem, aos 22 anos, seja participando das reuniões da Federação Espírita do Estado de São Paulo, seja promovendo estudos na própria casa. Natural de Campinas, interior paulista, logo desenvolveu-se como médium e passou a redigir inúmeras obras - 58 ao todo - que percorreram o mundo e ganharam diversas reedições com versões em japonês, inglês e espanhol. Entre as mais conhecidas, estão "O amor venceu" e "A vida sabe o que faz".

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Filho Luiz Antonio Gasparetto também morreu este ano

Igualmente vítima de câncer, só que nos pulmões, Luiz Antonio Gasparetto morreu meses antes, em 3 de maio de 2018, aos 68 anos. Ele revelou ao público que estava com uma doença grave em fevereiro e, desde então, dizia que não tinha medo da morte e que a única coisa que não queria era sofrer. Medium como a mãe, ficou conhecido globalmente por conta das pinturas mediúnicas que realizava com os pés, e, segundo Gasparetto, assinadas por personalidades como Renoir e Da Vinci.

Nos últimos anos de vida apresentou o programa 'Encontro Marcado', na Rede TV!, anteriormente, escreveu artigos para a revista Ana Maria.