A coluna de Leo Dias, em 'O Dia', revelou que o processo que corria no Tribunal de Justiça de São Paulo e tinha a TV Globo e Regina Casé como réus e a família de um menino que tinha câncer em avançado estágio foi definido em primeira instância. O mesmo jornalista que também apresenta o 'Fofocalizando' também deu a notícia ao vivo no programa deste terça-feira (30) e deu detalhes da disputa jurídica.

A Justiça condenou os réus a pagar uma indenização milionária, exatamente R$ 2,5 milhões, à família de Guilherme da Silva Miranda, que na época tinha apenas 8 anos e foi assunto de uma reportagem no programa 'Esquenta' por vários minutos.

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Regina Casé, na época, abordou a criança em um espaço de brinquedos de um hospital em Campinas, sem a presença dos pais. A reportagem contou com um vasto material que depois de editado teve cerca de 12 minutos divulgados na programação da Globo. A data de exibição do programa foi 1º de novembro de 2015.

Sem os pais presentes e sem a autorização dos mesmos para que fossem veiculadas as imagens, os pais alegaram que a exibição da reportagem causou grande sofrimento familiar.

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Para piorar a situação dos réus, a matéria que foi gravada, foi ao ar depois da morte do menino, que faleceu cinco dias depois da gravação do conteúdo. Os pais também alegaram invasão da privacidade.

Regina Casé e Globo têm condenação milionária por exploração de imagem de criança com câncer terminal

Guilherme sofria de um câncer terminal e faleceu logo depois da gravação do material. Os pais ainda foram chamados ao programa e não comentaram nada sobre qualquer tipo de oposição à veiculação do material.

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Aliás, essa foi a principal alegação de Regina Casé que em sua defesa disse também que não é de sua competência checar os documentos de autorização de veiculação de imagem.

De todo modo, o juiz entendeu que a Globo explorou de forma indevida a imagem do menor com o intuito de entretenimento e, por isso, impôs a condenação milionária dos réus. A Globo ainda terá que excluir qualquer material que se refira ao pequeno de sites, aplicativos de streaming e onde mais houver conteúdo de Guilherme.

Cabe esclarecer que, por se tratar de uma condenação em primeiro grau, é possível que os condenados recorram a instâncias superiores da Justiça e o julgamento definitivo ocorra em decisão colegiada (segundo grau).

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