O jornalista Léo Dias está acostumado a dar a notícia e não a ser a notícia. Mas no último mês, o apresentador do “Fofocalizando”, do SBT, virou assunto por conta do tratamento contra drogas a que foi submetido.

Léo Dias ficou uma semana internado se tratando do vício em uma clínica especializada. Nesta segunda-feira (1), Antonia Fontenelle publicou em seu canal no YouTube o vídeo com a entrevista com o jornalista.

O vídeo conta com mais de 120 mil visualizações, cerca de 20 mil likes e 336 deslikes.

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São 33 minutos de uma conversa em que Léo Dias abre o coração e revela todos os detalhes do tratamento. Curiosamente, ele foi o primeiro entrevistado do canal há quatro anos.

Tratamento contra drogas

Léo Dias se submeteu a um tratamento em uma clínica da cidade de Paulínia, no interior de São Paulo. Esta foi a segunda vez que o jornalista passou por tratamento. No começo da conversa, ele fala sobre o tratamento em uma clínica super badalada do Rio de Janeiro que não deu resultado por ser tradicional.

Segundo ele, no segundo tratamento, nada tradicional, foi utilizado ibogaína, que nada mais é do que a droga mais potente do planeta. Para entrar no Brasil, é necessário autorização do Ministério da Saúde.

Léo Dias revelou que pagou R$ 8,5 mil pelo tratamento e a ibogaína “reseta” o corpo. O jornalista ficou uma semana na clínica, mas afirmou que continua em tratamento. Durante a conversa com Fontenelle, ele revelou que não pode comer algumas coisas por conta desta etapa.

Os alimentos que não pode comer neste momento são chocolate, abacaxi e beber refrigerante.

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Léo Dias revelou também que ficou com certo medo por conta do tratamento com ibogaína, devido a força desta droga.

Segundo ele, quando consumiu ibogaína, via raios de luz, não conseguia andar, tremia os braços e dormia quase todo o tempo. O jornalista falou também sobre a segunda parte do tratamento.

Essa etapa será realizada apenas se Léo sentir vontade de consumir cocaína novamente. Ele é adicto há alguns anos e contou que já faltou ao trabalho por conta do vício.

Consumo de cocaína no Brasil

Léo Dias começou a consumir cocaína quando foi morar na Austrália, em 2001.

Ele falou que por lá a droga é mais liberada, mas é consumida apenas pela elite. Aqui no Brasil, disse Léo Dias, ele não tem nenhum amigo que consome cocaína e nem há em sua família alguém viciado.

Segundo estudo da Organização das Nações Unidas (ONU) publicado em 2015, 1,75% da população adulta brasileira consome cocaína contra 0,4% da população mundial.